Manoel de Arcelino
Manoel Edvalcido dos Santos · nasceu em 1960
Manoel de Arcelino se candidatou em 4 eleições, de 2012 a 2024, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2020.
Passou por 2 partidos: PSDB (2012–2016), PP (2020–2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 64 anos, até o fundamental, vereador, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Manoel de Arcelino declarou R$ 138,1 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (57%) dos candidatos a vereador em Pernambuco não declarou nenhum bem em 2016.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Manoel de Arcelino declarou ao TSE R$ 6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 3,8 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Inajá (PE) · PP · eleito
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Inajá (PE), 2020
Mediana da disputa: R$ 3,72 por voto. Quem venceu, Tiago De Liazé, gastou R$ 1,09 por voto. O voto mais caro custou R$ 66,4; o mais barato, R$ 1,09.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Gedalva De Ciço Paulino AVANTER$ 14 mil · 213 votosR$ 66,4
- Armando Timoteo Neto AVANTER$ 5,8 mil · 724 votosR$ 8,07
- Glênio Pajeú AVANTER$ 3,7 mil · 589 votosR$ 6,34
- Nego Do Baixinho PSDR$ 1,6 mil · 284 votosR$ 5,48
- Roberto Cardoso PPR$ 2,5 mil · 643 votosR$ 3,87
- Francisco Da Padaria PSDR$ 1,4 mil · 374 votosR$ 3,78
- Jefinho De Romero AVANTER$ 2,1 mil · 571 votosR$ 3,72
- Flauzentino PPR$ 1,6 mil · 464 votosR$ 3,36
- Marcos Felix PC do BR$ 715 · 244 votosR$ 2,93
- Zé De Alieta AVANTER$ 1,3 mil · 553 votosR$ 2,42
- Bel Galdino PPR$ 764 · 379 votosR$ 2,02
- Tiago De Liazé PSDR$ 495 · 455 votosR$ 1,09
Votos por real
- 2016, vereador: 97 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.