Apuração
Vereador · 2016 · PL

Manoel da Usina

Manoel Barros dos Santos · nasceu em 1941

Manoel da Usina se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,48← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PL2008PL2012PSD2016PL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Passou por 2 partidos: PL (2004–2008), PSD (2012), PL (2016).

VereadorPartidoPLPSDPL2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 74 anos, ensino médio, aposentado (exceto servidor público), cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Santa Rita (PB)
    PL 22147· direita
    suplente
  2. 2012
    Vereador · Santa Rita (PB)
    PSD 55147· direita
    suplente984 votos
  3. 2008
    Vereador · Santa Rita (PB)
    PL 22147· direita
    suplente1.709 votos
  4. 2004
    Vereador · Santa Rita (PB)
    PL 22147· direita
    eleito1.280 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Manoel da Usina declarou R$ 141,3 mil em bens, em reais de hoje: 17 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Paraíba. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 33,5 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 141,3 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 87.000 na declaração)

Declarou 17 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Paraíba em 2016.

  • Manoel da UsinaR$ 141,3 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 8.123
  • Mediana dos eleitosR$ 56,9 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 141,3 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Manoel da Usina declarou ao TSE R$ 39 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 15 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Santa Rita (PB) · PL · suplente

De onde veio

R$ 2.429
13% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.429.
  1. Próprio bolsoR$ 2.10586,7%
  2. Fundo partidárioR$ 32413,3%

Para onde foi

R$ 2.396
O maior gasto foi com material impresso: 86% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.396.
  1. Material impressoR$ 2.07386,5%
  2. ServiçosR$ 32413,5%

Quanto custou cada voto: vereador, Santa Rita (PB), 2016

Mediana da disputa: R$ 16,7 por voto. Quem venceu, Queiroga, gastou R$ 10,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 169; o mais barato, R$ 10,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Cidadão PC do BR$ 17 mil · 102 votosR$ 169
  • Pastor Josimar Vale REPUBLICANOSR$ 30 mil · 785 votosR$ 38,1
  • Tita REPUBLICANOSR$ 26 mil · 871 votosR$ 29,8
  • Otávio Bernardino PODER$ 18 mil · 829 votosR$ 22,2
  • Anésio Miranda PSBR$ 28 mil · 1.306 votosR$ 21,2
  • Vanda De Olavo AVANTER$ 21 mil · 1.119 votosR$ 18,6
  • Paulinho Fernandes PC do BR$ 17 mil · 1.021 votosR$ 16,7
  • Edinho PC do BR$ 16 mil · 972 votosR$ 16,5
  • Celio Rufino PLR$ 12 mil · 833 votosR$ 14,6
  • Gustavo PODER$ 22 mil · 1.518 votosR$ 14,5
  • Farias PC do BR$ 14 mil · 1.180 votosR$ 12,2
  • Queiroga PODER$ 12 mil · 1.198 votosR$ 10,1

Votos por real

  • 2016, vereador: 172 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 141 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 119 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 83 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.