Apuração
Vereador · 2024 · PODE

Manoel da Paz

Manoel da Paz Santos · nasceu em 1969

Manoel da Paz se candidatou em 4 eleições, de 2012 a 2024, e foi eleito em 2.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPODE+0,25← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PDT2016PDT2020PODE2024PODE← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2020.

Passou por 2 partidos: PDT (2012–2016), PODE (2020–2024).

PrefeitoVereadorPartidoPDTPODE2012201420162018202020222024
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.

Declarou ao TSE em 2024: 55 anos, superior incompleto, cor branca. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020, branca em 2024. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    Vereador · Deodápolis (MS)
    PODE 20123· direita
    suplente
  2. 2020
    Vereador · Deodápolis (MS)
    PODE 19200· direita
    eleito313 votos
  3. 2016
    Prefeito · Deodápolis (MS)
    PDT 12· centro-esquerda
    não eleito1.282 votos, 16,5%
  4. 2012
    Vereador · Deodápolis (MS)
    PDT 12222· centro-esquerda
    eleito548 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2024, Manoel da Paz declarou R$ 1 mi em bens, em reais de hoje: 26 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul. Entre 2012 e 2024, o total subiu R$ 224,4 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 25 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1 mi
em bens declarados em 2024, em reais de setembro de 2026 (R$ 945.000 na declaração)

Declarou 26 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2024.

  • Manoel da PazR$ 1 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 39,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 155,8 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 12 itens declarados em 2024, do maior ao menor
  1. Imovel rural lote 02-CR$ 276,2 mil
    Casa rural
  2. Imovel urbano em alvenariaR$ 187,8 mil
    Casa
  3. Imovel urbano lote 02R$ 165,7 mil
    Casa
  4. Aplicacao e depositos em bancosR$ 82,9 mil
    Conta corrente no país
  5. Terreno urbano lote 01AR$ 66,3 mil
    Terreno
  6. Imovel urbano lote 09R$ 66,3 mil
    Casa
  7. Imovel urbano localizado na rua amazonasR$ 55,2 mil
    Casa
  8. Veiculo fiat strada adventureR$ 55,2 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  9. Salão comercial em alvenaria com area de 55R$ 27,6 mil
    Sala ou conjunto
  10. Gado bovino entre grandes e pequenosR$ 27,6 mil
    Rebanho e animais
  11. Veiculo fiat unoR$ 16,6 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  12. Bens da atividade autonoma: 03 aparelhos computadorR$ 16,6 mil
    Outros bens e direitos

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Manoel da Paz declarou ao TSE R$ 51 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 40 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2024 · Vereador · Deodápolis (MS) · PODE · suplente

De onde veio

R$ 1.157
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 1.157
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Deodápolis (MS), 2024

Mediana da disputa: R$ 41,7 por voto. Quem venceu, Professor Chico, gastou R$ 11,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 265; o mais barato, R$ 11,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Mary Carvalho REPUBLICANOSR$ 4,2 mil · 16 votosR$ 265
  • Bete Guedes REPUBLICANOSR$ 5 mil · 54 votosR$ 93,2
  • Eliton Santos REPUBLICANOSR$ 3,3 mil · 38 votosR$ 86,1
  • Paulo Moreno PSDR$ 12 mil · 242 votosR$ 49,7
  • Cabeça REPUBLICANOSR$ 4 mil · 87 votosR$ 46,5
  • Marquinhos Da Nona Linha REPUBLICANOSR$ 4,6 mil · 109 votosR$ 42,1
  • Cicero Tanajura PSDR$ 3,5 mil · 84 votosR$ 41,7
  • Juninho Lima REPUBLICANOSR$ 15 mil · 413 votosR$ 36,3
  • Wendel Martins REPUBLICANOSR$ 4 mil · 115 votosR$ 35,2
  • Sidney Bó REPUBLICANOSR$ 4 mil · 123 votosR$ 32,4
  • Sara Da Saúde REPUBLICANOSR$ 5,1 mil · 238 votosR$ 21,6
  • Professor Chico PSDR$ 4,2 mil · 361 votosR$ 11,6

Votos por real

  • 2024, vereador: 136 votos por R$ 1.000, 3,6 vezes a mediana da disputa.
  • 2020, vereador: 313 votos por R$ 1.000, 7,7 vezes a mediana da disputa.
  • 2016, prefeito: 32 votos por R$ 1.000, 71% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 68 votos por R$ 1.000, 3,6 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.