Manoel da Farmácia
Manoel Vieira da Silva · nasceu em 1971
Manoel da Farmácia se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo CIDADANIA.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 45 anos, até o fundamental, cor preta. A cor declarada mudou: branca em 2014, preta em 2016. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2014Deputado estadual · ParaíbaCIDADANIA 23000· centro· na urna, Manoel da Farmaciasuplente690 votos; 137º mais votado de 333 no estado
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Manoel da Farmácia teve 690 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 137º lugar entre 333 candidatos.
Recebeu votos em 56 cidades. Campina Grande deu 68,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 91,3%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Manoel da Farmácia declarou ao TSE R$ 20 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 9,1 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Campina Grande (PB) · CIDADANIA · não eleito
De onde veio
- Outros candidatosR$ 2.46979,2%
- PessoasR$ 64820,8%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.87360,1%
- ServiçosR$ 64820,8%
- Material impressoR$ 59619,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Campina Grande (PB), 2016
Mediana da disputa: R$ 21,3 por voto. Quem venceu, Pimentel Filho, gastou R$ 13,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.715; o mais barato, R$ 13,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Professor Jackson PODER$ 326 mil · 190 votosR$ 1.715
- Pâmela Vital Do Rêgo MDBR$ 80 mil · 1.298 votosR$ 61,6
- Lucas Ribeiro PPR$ 172 mil · 2.877 votosR$ 59,7
- Metuselá MDBR$ 77 mil · 1.566 votosR$ 49,4
- Abilio José REPUBLICANOSR$ 53 mil · 1.198 votosR$ 44,1
- Teles Albuquerque PSCR$ 54 mil · 2.259 votosR$ 23,7
- Renan Maracajá DCR$ 106 mil · 4.977 votosR$ 21,3
- Napoleão Maracajá PC do BR$ 67 mil · 3.244 votosR$ 20,8
- Anderson Maia PSBR$ 50 mil · 2.734 votosR$ 18,5
- Nelson PSDBR$ 65 mil · 4.494 votosR$ 14,4
- Ivonete Ludgerio PSDR$ 57 mil · 4.027 votosR$ 14,1
- Pimentel Filho PSDR$ 58 mil · 4.311 votosR$ 13,5
Votos por real
- 2016, vereador: 66 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 71 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 55 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.