Manoel da Caçamba
Manoel Ferreira de Araujo · nasceu em 1940
Manoel da Caçamba se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 5 partidos: PL (2004), PSC (2008), PSB (2012–2016), PSL (2018), AGIR (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 80 anos, ensino médio, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018Deputado estadual · MaranhãoPSL 17345· direitasuplente2.535 votos; 127º mais votado de 460 no estado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Manoel da Caçamba teve 2.535 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 127º lugar entre 460 candidatos.
Recebeu votos em 35 cidades. Caxias deu 83,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,8%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Manoel da Caçamba declarou R$ 35,9 mil em bens, em reais de hoje: 5,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Maranhão. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 28,8 mil, já descontada a inflação.
Declarou 5,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Maranhão em 2020.
- Manoel da CaçambaR$ 35,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 6.751
- Mediana dos eleitosR$ 71,8 mil
Cada quadrado, R$ 2.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Manoel da Caçamba declarou ao TSE R$ 199 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 77 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Caxias (MA) · AGIR · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 7.21867%
- PessoalR$ 2.54723,6%
- Rádio, TV e vídeoR$ 8497,9%
- EscritórioR$ 1611,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Caxias (MA), 2020
Mediana da disputa: R$ 27,5 por voto. Quem venceu, Ximenes, gastou R$ 16,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 206; o mais barato, R$ 16,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Benvinda PLR$ 142 mil · 692 votosR$ 206
- Ney Jefferson PTR$ 53 mil · 299 votosR$ 177
- Aureamelia Soares PC do BR$ 41 mil · 597 votosR$ 69,2
- Luis Lacerda PC do BR$ 42 mil · 995 votosR$ 41,9
- Mário Assunção REPUBLICANOSR$ 68 mil · 1.742 votosR$ 39
- Catulé REPUBLICANOSR$ 72 mil · 2.625 votosR$ 27,5
- Neto Do Sindicato REPUBLICANOSR$ 30 mil · 1.180 votosR$ 25,6
- Dr Magno Magalhães PLR$ 26 mil · 1.039 votosR$ 25,1
- Durval Junior REPUBLICANOSR$ 34 mil · 1.572 votosR$ 21,6
- Ximenes REPUBLICANOSR$ 28 mil · 1.699 votosR$ 16,6
Votos por real
- 2020, vereador: 48 votos por R$ 1.000, 86% da mediana da disputa.
- 2018, deputado estadual: 114 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 43% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 51% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.