Manoel Clemente
Manoel Clemente da Silva · nasceu em 1948
Manoel Clemente se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: CIDADANIA (2004–2016), PRTB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 72 anos, ensino médio, aposentado (exceto servidor público), cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Manoel Clemente declarou R$ 61,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 6.043, já descontada a inflação.
Mais da metade (58%) dos candidatos a vereador em Alagoas não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Manoel Clemente declarou ao TSE R$ 1,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 1,7 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Branquinha (AL) · PRTB · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Branquinha (AL), 2020
Mediana da disputa: R$ 10,9 por voto. Quem venceu, Baiá, gastou R$ 3,25 por voto. O voto mais caro custou R$ 109; o mais barato, R$ 3,25.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Rosario PPR$ 2,6 mil · 24 votosR$ 109
- Cabo Horlando PPR$ 4 mil · 83 votosR$ 48,4
- Macumba PPR$ 2,8 mil · 60 votosR$ 47,3
- Gilson Pereira PPR$ 3,3 mil · 210 votosR$ 15,6
- Lucia Leite PPR$ 3,3 mil · 213 votosR$ 15,3
- Rey PPR$ 4 mil · 353 votosR$ 11,3
- Cicinho Do Palmeiral MDBR$ 2,4 mil · 216 votosR$ 10,9
- Fabiano PPR$ 3,3 mil · 384 votosR$ 8,70
- Novinho PLR$ 2,1 mil · 318 votosR$ 6,68
- Robinho Do Bar PVR$ 1,7 mil · 352 votosR$ 4,72
- Frank Eloi MDBR$ 2,1 mil · 448 votosR$ 4,62
- Baiá PVR$ 1,6 mil · 487 votosR$ 3,25
Votos por real
- 2016, vereador: 45 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2008, vereador: 47 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.