Manoel Abbud
Manoel Carlos de Souza Abbud · nasceu em 1987
Manoel Abbud se candidatou em 2 eleições, de 2020 a 2024, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2020.
Passou por 2 partidos: DEM (2020), PRD (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 37 anos, ensino médio, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Manoel Abbud declarou R$ 13 em bens, em reais de hoje.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Declarou 0% da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Manoel AbbudR$ 13
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Manoel Abbud declarou ao TSE R$ 688 em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 567, 31% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Bom Jardim de Minas (MG) · PRD · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2024.
Quanto custou cada voto: vereador, Bom Jardim de Minas (MG), 2024
Mediana da disputa: R$ 18,4 por voto. Quem venceu, Mauro Bracinho, gastou R$ 5,93 por voto. O voto mais caro custou R$ 42,8; o mais barato, R$ 5,93.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Sergio Eduardo Filho Do Gordo PSDR$ 1,8 mil · 41 votosR$ 42,8
- Mateus Vitoriano PRDR$ 3,3 mil · 110 votosR$ 30,3
- Rogério Santeiro PSDR$ 1,8 mil · 65 votosR$ 28,2
- Cid PSDR$ 2,2 mil · 85 votosR$ 25,9
- Felipe Protetor PSDR$ 1,7 mil · 75 votosR$ 23,1
- João Victor Neto Do Vande PSDR$ 2,8 mil · 139 votosR$ 20,3
- Anderson Do Zezinho UNIÃOR$ 1,5 mil · 82 votosR$ 18,4
- Demazão PSDR$ 1,6 mil · 138 votosR$ 11,8
- Rocha MDBR$ 2 mil · 276 votosR$ 7,07
- Reinaldo Do Taboão MDBR$ 2,5 mil · 372 votosR$ 6,83
- Divino Aquino PRDR$ 1,9 mil · 300 votosR$ 6,29
- Mauro Bracinho UNIÃOR$ 1,5 mil · 258 votosR$ 5,93
Votos por real
- 2020, vereador: 335 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.