Manoel
Manoel Lopes de Oliveira · nasceu em 1951
Manoel se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: AGIR (2004), CIDADANIA (2008), PRTB (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 61 anos, até o fundamental. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Manoel declarou R$ 53,9 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2012, não declarou nenhum bem.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2008.
- ManoelR$ 53,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 40,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,9 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Manoel declarou ao TSE R$ 3,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 1,6 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Planalto (BA) · CIDADANIA · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Planalto (BA), 2008
Mediana da disputa: R$ 26 por voto. Quem venceu, Luiz, gastou R$ 6,10 por voto. O voto mais caro custou R$ 136; o mais barato, R$ 6,10.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Zé Pita CIDADANIAR$ 11 mil · 79 votosR$ 136
- Fabiano DEMR$ 3,3 mil · 27 votosR$ 122
- Dé DEMR$ 5,3 mil · 64 votosR$ 83,2
- Aline DEMR$ 4,3 mil · 95 votosR$ 45,8
- Nei DEMR$ 6,7 mil · 233 votosR$ 28,9
- Gildasio DEMR$ 11 mil · 388 votosR$ 28,6
- Rezende DEMR$ 13 mil · 505 votosR$ 26
- Rose Oliveira PDTR$ 14 mil · 642 votosR$ 21,3
- Naum DEMR$ 5,3 mil · 261 votosR$ 20,3
- Junior Bote Fé PPR$ 6,6 mil · 361 votosR$ 18,2
- Bandeira PDTR$ 5,3 mil · 618 votosR$ 8,50
- Luiz PPR$ 3,5 mil · 575 votosR$ 6,10
Votos por real
- 2008, vereador: 123 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 145 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.