Mano Volnei
Volnei Rosa da Silva · nasceu em 1973
Mano Volnei se candidatou em 3 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: CIDADANIA (2016), PSOL (2018), PT (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 47 anos, ensino médio, trabalhador de construção civil, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018Deputado federal · Rio Grande do SulPSOL 5070· esquerdasuplente827 votos; 277º mais votado de 404 no estado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Mano Volnei teve 827 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 277º lugar entre 404 candidatos.
Recebeu votos em 35 cidades. Rosário do Sul deu 88,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,6%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Mano Volnei declarou R$ 86,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 17,8 mil, já descontada a inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- Mano VolneiR$ 86,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Mano Volnei declarou ao TSE R$ 4,1 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 1,6 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Rosário do Sul (RS) · PT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 59441,9%
- Fundo eleitoralR$ 54238,2%
- PessoasR$ 28319,9%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Rosário do Sul (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 40,2 por voto. Quem venceu, Alisson Sampaio, gastou R$ 13,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.743; o mais barato, R$ 13,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Paola Andrade DEMR$ 44 mil · 25 votosR$ 1.743
- Daniel Machado PLR$ 8,1 mil · 62 votosR$ 130
- Maria Luisa Sasso PLR$ 18 mil · 187 votosR$ 98,4
- Ademir Melo PTBR$ 9 mil · 145 votosR$ 62
- Clédio Cleval PLR$ 8,5 mil · 149 votosR$ 57
- Celomar Marques PTBR$ 8,8 mil · 220 votosR$ 40,2
- Junior Guma PTBR$ 17 mil · 505 votosR$ 33,1
- Engenheiro Eduardo Oliveira PPR$ 8,7 mil · 262 votosR$ 33,1
- Márcio Valles PTBR$ 16 mil · 607 votosR$ 26,8
- Leonardo Vargas Nico PTBR$ 13 mil · 494 votosR$ 25,4
- Alisson Sampaio PPR$ 12 mil · 836 votosR$ 13,9
Votos por real
- 2020, vereador: 71 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2018, deputado federal: 827 votos por R$ 1.000, 11 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 50 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.