Mano
Paulo Alexandre Borges · nasceu em 1977
Mano se candidatou em 4 eleições, de 2012 a 2024, e foi eleito em 1.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 47 anos, ensino médio, vigilante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Mano declarou R$ 70,1 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2012.
- ManoR$ 70,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 89,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 221,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Mano declarou ao TSE R$ 2,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 942.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · São Martinho da Serra (RS) · PT · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, São Martinho da Serra (RS), 2024
Mediana da disputa: R$ 42,8 por voto. Quem venceu, Leila Difante, gastou R$ 14,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.531; o mais barato, R$ 14,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Rose Lima PPR$ 4,6 mil · 3 votosR$ 1.531
- Luciana Cabral PPR$ 2,4 mil · 16 votosR$ 150
- Roseana Rosa MDBR$ 3,8 mil · 40 votosR$ 94
- Alice Costa MDBR$ 3,4 mil · 47 votosR$ 72,6
- Eduardo Fachini Barros PPR$ 2,4 mil · 34 votosR$ 69,4
- Daiane Pacheco PPR$ 3,5 mil · 76 votosR$ 46
- Pedro Iensen PPR$ 2,8 mil · 65 votosR$ 42,8
- Patricia Saviam MDBR$ 4,4 mil · 124 votosR$ 35,1
- Rogério Da Silva PPR$ 3,3 mil · 108 votosR$ 30,4
- Luis Ancelmo Hoffmann Taka PPR$ 3,3 mil · 131 votosR$ 25,1
- Arani Trindade MDBR$ 2 mil · 81 votosR$ 24,3
- Leila Difante PSDBR$ 2,6 mil · 176 votosR$ 14,6
Votos por real
- 2024, vereador: 42 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 61 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 64 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 89 votos por R$ 1.000, 3,4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.