Apuração
Deputado estadual · 2026 · MDB

Maninho Carlos Eduardo

Carlos Eduardo Douglas Santana · nasceu em 1982

Maninho Carlos Eduardo se candidatou em 4 eleições, de 2012 a 2026, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,30← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012MDB2016MDB2020MDB2026MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.

Sempre pelo MDB.

Dep. estadualPrefeitoVereadorPartidoMDB20122014201620182020202220242026
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2026, suplente.

Declarou ao TSE em 2026: 44 anos, superior completo, psicólogo, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2026
    Deputado estadual · Rio Grande do Sul
    MDB 15600· centro-direita
    suplente4.789 votos; 212º mais votado de 528 no estado
  2. 2020
    MDB 15· centro-direita· na urna, Maninho
    não eleito22.092 votos, 35,5%
  3. 2016
    MDB 15115· centro-direita· na urna, Maninho do Jas
    eleito2.270 votos
  4. 2012
    MDB 15115· centro-direita· na urna, Maninho do Jas
    suplente1.778 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2026, Maninho Carlos Eduardo teve 4.789 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 212º lugar entre 528 candidatos.

Recebeu votos em 148 cidades. Sapucaia do Sul deu 56,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 89,6%.

4.789 votos
votos para deputado estadual em 2026
Cada quadrado é 1% de 4.789 votos.
  1. Sapucaia do Sul (RS)2.683 votos56%
  2. Esteio (RS)784 votos16,4%
  3. Canoas (RS)161 votos3,4%
  4. Porto Alegre (RS)122 votos2,5%
  5. São Leopoldo (RS)115 votos2,4%
  6. Outras 133 cidades498 votos10,4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2026, Maninho Carlos Eduardo declarou R$ 574,7 mil em bens, em reais de hoje: 2,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2012 e 2026, o total subiu R$ 458,5 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 574,7 mil
em bens declarados em 2026, em reais de setembro de 2026 (R$ 570.000 na declaração)

Declarou 2,8 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual no Rio Grande do Sul em 2026.

  • Maninho Carlos EduardoR$ 574,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 206,7 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 779,2 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 574,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Maninho Carlos Eduardo declarou ao TSE R$ 521 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para prefeito: R$ 364 mil, 23% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2026 · Deputado estadual · Rio Grande do Sul · MDB · suplente

De onde veio

R$ 109,8 mil
27% veio de fundos públicos; 7 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 109,8 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas7 pessoas, não nomeadasR$ 23 mil20,9%
  2. Fundo partidárioTudo de Movimento Democratico Brasileiro - Brasil - Br - NacionalR$ 20 mil18,2%
  3. Fundo eleitoralTudo de Movimento Democratico Brasileiro - Rio Grande Do Sul - Rs - EstadualR$ 10 mil9,1%
  4. Próprio bolsoR$ 1.5841,4%
  5. OutrosR$ 2120,2%

Para onde foi

R$ 109,8 mil
O maior gasto foi com material impresso: 47% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 109,8 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal11 pessoas, não nomeadasR$ 17 mil15,5%
  2. InternetTudo de Meta (Facebook, Instagram)R$ 16 mil14,6%
  3. EscritórioR$ 2.5002,3%
  4. TransporteR$ 1.3021,2%
  5. Rádio, TV e vídeoR$ 1.2001,1%

As contas de 2026 ainda não são finais: o TSE segue recebendo as prestações de contas.

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Rio Grande do Sul, 2026

Mediana da disputa: R$ 20,8 por voto. Quem venceu, Delegado Zucco, gastou R$ 5,48 por voto. O voto mais caro custou R$ 77,4; o mais barato, R$ 5,48.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2026, deputado estadual: 44 votos por R$ 1.000, 81% da mediana da disputa (contas parciais).
  • 2020, prefeito: 63 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 87 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 86 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.