Apuração
Vereador · 2016 · DC

Manin Toco

Mauro Wilson Santos Araujo · nasceu em 1973

Manin Toco se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em 1.

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Direita, pelo partido

Pelo partidoDC+0,51← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012REPUBLICANOS2016DC← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

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Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.

Passou por 2 partidos: REPUBLICANOS (2012), DC (2016).

VereadorPartidoREPUBLICANOSDC201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 43 anos, ensino médio, motorista particular, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    DC 27123· direita
    suplente248 votos
  2. 2012
    REPUBLICANOS 10123· direita· na urna, Manim Toco
    eleito458 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Manin Toco declarou ao TSE R$ 15 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 10 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 250.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Coração de Jesus (MG) · DC · suplente

De onde veio

R$ 4.362
3,3% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.362.
  1. Próprio bolsoR$ 2.19250,3%
  2. PessoasR$ 2.02446,4%
  3. Outros candidatosR$ 1463,3%

Para onde foi

R$ 4.362
O maior gasto foi com transporte: 50% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.362.
  1. TransporteR$ 2.16649,7%
  2. Material impressoR$ 1.62737,3%
  3. OutrosR$ 56713%

Quanto custou cada voto: vereador, Coração de Jesus (MG), 2016

Mediana da disputa: R$ 25,9 por voto. Quem venceu, Guenilson Do Brejinho, gastou R$ 7,62 por voto. O voto mais caro custou R$ 49,5; o mais barato, R$ 7,62.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Luiz Lima PATRIOTAR$ 5,5 mil · 112 votosR$ 49,5
  • Cristina Mattos DCR$ 6,5 mil · 138 votosR$ 47,2
  • Jarbas Lapinha Dos Gamas AVANTER$ 5,2 mil · 112 votosR$ 46,8
  • Tercio PTBR$ 11 mil · 239 votosR$ 44,7
  • Renato PDTR$ 6,7 mil · 191 votosR$ 35
  • Maninho Do Mundo D Agua PATRIOTAR$ 8,1 mil · 247 votosR$ 32,8
  • Dico Pompeano PC do BR$ 7,6 mil · 293 votosR$ 25,9
  • Paulinho De Nilsinho PLR$ 5,7 mil · 238 votosR$ 24
  • Reinaldinho Do Posto PRPR$ 7,8 mil · 363 votosR$ 21,6
  • Arlei Ribeiro DCR$ 5,6 mil · 364 votosR$ 15,5
  • Eduardo Do Sacolão PPR$ 9,3 mil · 801 votosR$ 11,6
  • Guenilson Do Brejinho PPR$ 5,2 mil · 685 votosR$ 7,62

Votos por real

  • 2016, vereador: 57 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 45 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.