Manezinho
Manoel Batista de Souza · nasceu em 1968
Manezinho se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 4.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008, 2012 e 2016.
Passou por 3 partidos: MDB (2004), DEM (2008–2016), PSDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 52 anos, até o fundamental, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Manezinho declarou R$ 909,3 mil em bens, em reais de hoje: 33 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 907,8 mil acima da inflação.
Declarou 33 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2020.
- ManezinhoR$ 909,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 27,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Casa rua tiradentes L14 Q1 financiadaR$ 718,2 milQuotas ou quinhões de capital
- Q9 L12 loteamento eco parkR$ 71,8 milTerreno
- Q9 L13 loteamento eco parkR$ 71,8 milTerreno
- Voyage 2013/ 2014R$ 47,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Manezinho declarou ao TSE R$ 51 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 14 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Caarapó (MS) · PSDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 9.15683,4%
- Próprio bolsoR$ 1.27411,6%
- Outros candidatosR$ 5555,1%
Para onde foi
- Material impressoR$ 3.77975,9%
- PessoalR$ 1.13222,7%
- InternetR$ 711,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Caarapó (MS), 2020
Mediana da disputa: R$ 11,2 por voto. Quem venceu, Marinalva Farias, gastou R$ 7,89 por voto. O voto mais caro custou R$ 287; o mais barato, R$ 7,89.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Helena Pereira REPUBLICANOSR$ 7,5 mil · 26 votosR$ 287
- Zé Carlos Fagundes REPUBLICANOSR$ 17 mil · 151 votosR$ 111
- Sandra Da Farmácia PSDBR$ 9,9 mil · 159 votosR$ 62,4
- Professora Bete PTR$ 6,7 mil · 119 votosR$ 56,1
- Luiz Macarrão PSDBR$ 11 mil · 687 votosR$ 16,4
- Gil Segóvia PSDBR$ 8,5 mil · 702 votosR$ 12,1
- Cido Santos PSDBR$ 8,5 mil · 757 votosR$ 11,2
- Bagaceira PSDBR$ 5,6 mil · 543 votosR$ 10,4
- Professor Pontinha PTR$ 5,7 mil · 589 votosR$ 9,60
- Pipoca PSDBR$ 7,2 mil · 805 votosR$ 8,96
- Nilsinho PSDBR$ 6,4 mil · 758 votosR$ 8,38
- Marinalva Farias PSDBR$ 5,1 mil · 650 votosR$ 7,89
Votos por real
- 2020, vereador: 103 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 58 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 48 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 96 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.