Manezinho
Manoel Henrique da Costa · nasceu em 1964
Manezinho se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Passou por 3 partidos: PTB (2004–2008), DEM (2012), PHS (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 52 anos, até o fundamental, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Manezinho declarou R$ 661,3 mil em bens, em reais de hoje: 28 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 337,7 mil acima da inflação.
Declarou 28 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- ManezinhoR$ 661,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Manezinho declarou ao TSE R$ 8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 3,7 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Itajobi (SP) · PHS · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.13384,1%
- Outros candidatosR$ 21415,9%
Para onde foi
- ServiçosR$ 1.13384,1%
- Material impressoR$ 21415,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Itajobi (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 13,6 por voto. Quem venceu, Paquinho, gastou R$ 5,48 por voto. O voto mais caro custou R$ 35,9; o mais barato, R$ 5,48.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- André Do Esporte PSDBR$ 8,3 mil · 230 votosR$ 35,9
- Valtinho Bazaglia PSCR$ 3,6 mil · 120 votosR$ 30,4
- Professora Neli PPR$ 4,3 mil · 161 votosR$ 26,5
- Toninho Chefe PLR$ 8,1 mil · 310 votosR$ 26
- Pastor Pascoal PSCR$ 3,4 mil · 152 votosR$ 22,3
- Carlinhos Garutti PODER$ 4 mil · 220 votosR$ 18,2
- Marquinho Adv. PLR$ 8,2 mil · 601 votosR$ 13,6
- Rosangela Gomes PODER$ 3,9 mil · 313 votosR$ 12,4
- Francis PVR$ 4,6 mil · 518 votosR$ 8,81
- Clodovil CIDADANIAR$ 3,9 mil · 492 votosR$ 7,94
- Nando Salim PPR$ 4,5 mil · 604 votosR$ 7,48
- Paquinho PSCR$ 9,3 mil · 1.693 votosR$ 5,48
Votos por real
- 2016, vereador: 96 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 91 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 70 votos por R$ 1.000, 88% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 321 votos por R$ 1.000, 5,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.