Manel do Cabral
Manoel Serafim de Oliveira · nasceu em 1958
Manel do Cabral se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 2 partidos: PSDB (2004), PDT (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2016, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2016: 58 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016Vice-prefeito · Caparaó (MG)PDT 23· centro-esquerdaNa chapa de Niuza Mirandachapa não eleita1.143 votos da chapa, 31,4%
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Manel do Cabral declarou R$ 211,2 mil em bens, em reais de hoje.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- 01 S10 preta ano 2009R$ 81,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Dinheiro em especieR$ 48,7 milDinheiro em espécie
- 01 Fiat uno 1.4 prata ano 2012/2013R$ 43,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- 01 Fiat uno 1.4R$ 37,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Manel do Cabral declarou ao TSE R$ 2,3 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Vereador · Caparaó (MG) · PSDB · eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Caparaó (MG), 2004
Manoel Do Cabral: R$ 13,1 por voto (mediana da disputa, R$ 15,1). Quem venceu, Edmilson Do Toto, gastou R$ 10,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 232; o mais barato, R$ 7,58.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Manoel Do Cabral. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Zé Mineiro PSBR$ 697 · 3 votosR$ 232
- Sebastião Guedes PTR$ 697 · 4 votosR$ 174
- Carlim Te Beijo PDTR$ 4 mil · 148 votosR$ 26,7
- Vandinho PSBR$ 2,3 mil · 125 votosR$ 18,6
- Elci Celestino PSDBR$ 697 · 38 votosR$ 18,3
- Valtair Silvestre PSDBR$ 697 · 44 votosR$ 15,8
- Gilmar Nogueira Brinate PSDBR$ 2,3 mil · 154 votosR$ 15,1
- Manoel Do Cabral PSDBR$ 2,3 mil · 177 votosR$ 13,1
- Ione Machado PSDBR$ 697 · 59 votosR$ 11,8
- Edmilson Do Toto PSDBR$ 2,3 mil · 224 votosR$ 10,4
- Adalton Da Sacaria PSBR$ 700 · 92 votosR$ 7,61
- Joaci Samapaio PSDBR$ 697 · 92 votosR$ 7,58
Votos por real
- 2004, vereador: 76 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.