Mane Muleta
Ariqueido Alexandre da Silva · nasceu em 1972
Mane Muleta se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, não eleito.
Declarou ao TSE em 2012: 39 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público). O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Mane Muleta declarou R$ 65,7 mil em bens, em reais de hoje: 2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.
- Mane MuletaR$ 65,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Mane Muleta declarou ao TSE R$ 696 em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 391.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Macaubal (SP) · PT · não eleito
De onde veio
- PartidoR$ 18460,3%
- Outros candidatosR$ 12139,7%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Macaubal (SP), 2012
Mediana da disputa: R$ 42,3 por voto. Quem venceu, Carlão Miranda, gastou R$ 15,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 121; o mais barato, R$ 15,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marcelo Do Laboratorio PDTR$ 4,3 mil · 36 votosR$ 121
- Jamil Chamas CIDADANIAR$ 10 mil · 125 votosR$ 82,3
- Geraci Do Restaurante MDBR$ 4,2 mil · 73 votosR$ 57
- Angela Do Foto REPUBLICANOSR$ 8,4 mil · 166 votosR$ 50,8
- Gustavo Pedroso MDBR$ 5,1 mil · 109 votosR$ 47,1
- Nego Santana CIDADANIAR$ 4,5 mil · 103 votosR$ 43,5
- Junihho Sobrinho Do Padre CIDADANIAR$ 6,6 mil · 155 votosR$ 42,3
- Bia Balaieiro PLR$ 4,2 mil · 106 votosR$ 39,8
- Nelson Montoro CIDADANIAR$ 7 mil · 211 votosR$ 33,4
- Fred Braguini REPUBLICANOSR$ 6,2 mil · 199 votosR$ 31
- Lilinho CIDADANIAR$ 11 mil · 661 votosR$ 16,3
- Carlão Miranda REPUBLICANOSR$ 5,2 mil · 330 votosR$ 15,7
Votos por real
- 2012, vereador: 3 votos por R$ 1.000, 14% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 183 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.