Apuração
Deputado federal · 2010 · PSB

Manasses

Manasses Oliveira da Silva · nasceu em 1964

Manasses se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2010, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPSB−0,07← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSB2008PRTB2010PSB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Passou por 2 partidos: PSB (2004), PRTB (2008), PSB (2010).

Dep. federalVereadorPartidoPSBPRTBPSB2004200620082010
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2010, suplente.

Declarou ao TSE em 2010: 46 anos, ensino médio. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2010
    Deputado federal · Paraná
    PSB 4080· centro-esquerda
    suplente24.432 votos; 54º mais votado de 265 no estado
  2. 2008
    Vereador · Curitiba (PR)
    PRTB 28800· direita· na urna, Manassés Oliveira
    candidatura não chegou à urna
  3. 2004
    Vereador · Curitiba (PR)
    PSB 40800· centro-esquerda· na urna, Manasses Oliveira
    eleito9.242 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Manasses teve 24.432 votos para deputado federal, 0,4% dos votos válidos do estado: 54º lugar entre 265 candidatos.

Recebeu votos em 219 cidades. Curitiba deu 52,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 83,0%.

24.432 votos
votos para deputado federal em 2010
Cada quadrado é 1% de 24.432 votos.
  1. Curitiba (PR)12.718 votos52,1%
  2. Almirante Tamandaré (PR)1.666 votos6,8%
  3. Colombo (PR)1.056 votos4,3%
  4. Londrina (PR)772 votos3,2%
  5. Pinhais (PR)669 votos2,7%
  6. Outras 204 cidades4.157 votos17%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2010, Manasses declarou R$ 1,4 mi em bens, em reais de hoje: 7,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2008 e 2010, o total caiu R$ 894 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 100 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,4 mi
em bens declarados em 2010, em reais de setembro de 2026 (R$ 566.718 na declaração)

Declarou 7,6 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal no Paraná em 2010.

  • ManassesR$ 1,4 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 185,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 3 mi

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,4 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 8 itens declarados em 2010, do maior ao menor
  1. Aplicações financeiras e previdencia privadaR$ 386 mil
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  2. Moeda correnteR$ 223 mil
    Dinheiro em espécie
  3. Imovel adquirido da metalurgica cantieR$ 222,5 mil
    Casa
  4. Caixa consorcioR$ 190,3 mil
    Consórcio não contemplado
  5. Lote de terreno n. 42 planta vila joana indicação fiscalR$ 151,5 mil
    Terreno
  6. Parte do lote localizado na rua eugenio florR$ 111,3 mil
    Terreno
  7. Parte do terreno localizado na rua eugenio florR$ 106,3 mil
    Terreno
  8. C.e.f, emp. FGTSR$ 10,3 mil
    Outros créditos e poupança vinculada

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Manasses declarou ao TSE R$ 1,4 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado federal: R$ 849 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 25 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2010 · Deputado federal · Paraná · PSB · suplente

De onde veio

R$ 848,5 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 20 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 848,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas20 pessoas, não nomeadasR$ 283,9 mil33,5%
  2. Próprio bolsoR$ 256,5 mil30,2%
  3. Outros candidatosR$ 27,2 mil3,2%

Para onde foi

R$ 848,3 mil
O maior gasto foi com pessoal: 51% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 848,3 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal196 pessoas, não nomeadasR$ 431,8 mil50,9%
  2. OutrosR$ 42,1 mil5%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 12,2 mil1,4%
  4. EventosR$ 8.7621%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Paraná, 2010

Mediana da disputa: R$ 26,3 por voto. Quem venceu, Delegado Francischini, gastou R$ 11,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 201; o mais barato, R$ 11,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2010, deputado federal: 29 votos por R$ 1.000, 41% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 12% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.