Mamá de Félix
Manoel Lindomar de Almeida Melo · nasceu em 1975
Mamá de Félix se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 3.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008 e 2012.
Passou por 2 partidos: PTB (2004), CIDADANIA (2008–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 41 anos, ensino médio, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Mamá de Félix declarou R$ 37,4 mil em bens, em reais de hoje: 1,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Norte. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 3.663 acima da inflação.
Declarou 1,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Norte em 2016.
- Mamá de FélixR$ 37,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 19,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 67,5 mil
Cada quadrado, R$ 2.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Mamá de Félix declarou ao TSE R$ 45 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 23 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Patu (RN) · CIDADANIA · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 3.91855,4%
- PessoasR$ 2.75338,9%
- Outros candidatosR$ 4055,7%
Para onde foi
- Material impressoR$ 4.71266,8%
- ServiçosR$ 89112,6%
- TransporteR$ 80311,4%
- Rádio, TV e vídeoR$ 6489,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Patu (RN), 2016
Mediana da disputa: R$ 29 por voto. Quem venceu, Resenildo Pé No Chão, gastou R$ 18,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 185; o mais barato, R$ 18,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ozianny De Mimi MDBR$ 11 mil · 57 votosR$ 185
- Jean Do Mercadinho PSDR$ 10 mil · 170 votosR$ 58,8
- Bruno Campelo MDBR$ 20 mil · 416 votosR$ 48
- Alexandre Beka DEMR$ 20 mil · 418 votosR$ 47,3
- Roberta Nunes PSDR$ 19 mil · 527 votosR$ 35,1
- Audery Fernandes PLR$ 11 mil · 350 votosR$ 31,4
- Evin PSDR$ 9,1 mil · 315 votosR$ 29
- Suetoneo Moura PRPR$ 15 mil · 558 votosR$ 27,7
- Kaka De Bodim PPR$ 15 mil · 600 votosR$ 24,6
- Moura Da Saúde MDBR$ 11 mil · 452 votosR$ 23,8
- Lucélia Ribeiro MDBR$ 12 mil · 620 votosR$ 19,9
- Resenildo Pé No Chão MDBR$ 9 mil · 488 votosR$ 18,4
Votos por real
- 2016, vereador: 57 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 18 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2008, vereador: 92 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 39 votos por R$ 1.000, 62% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.