Malene
Maria Marlene Alves de Oliveira · nasceu em 1940
Malene se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleita em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PL.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 71 anos, até o fundamental, dona de casa. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Malene declarou R$ 687,6 mil em bens, em reais de hoje: 64 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Alagoas.
Em 2012, não declarou nenhum bem.
Declarou 64 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Alagoas em 2008.
- MaleneR$ 687,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 10,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 80,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Malene declarou ao TSE R$ 2,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereadora: R$ 2,7 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereadora · Cacimbinhas (AL) · PL · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereadora, Cacimbinhas (AL), 2012
Mediana da disputa: R$ 85,6 por voto. Quem venceu, Socorro Ferro, gastou R$ 40,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 511; o mais barato, R$ 40,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Damares Pinto PPR$ 16 mil · 32 votosR$ 511
- Ricardo Batalha DCR$ 14 mil · 47 votosR$ 303
- Cicinho PPR$ 15 mil · 65 votosR$ 229
- Jalmira PPR$ 37 mil · 309 votosR$ 119
- Francisco Paixão PPR$ 23 mil · 198 votosR$ 116
- Jodiran PSDR$ 15 mil · 159 votosR$ 91,2
- Mirabô Amorim PPR$ 26 mil · 307 votosR$ 85,6
- Di Pastora MDBR$ 15 mil · 215 votosR$ 71,6
- Eduardo Doro PSDR$ 31 mil · 472 votosR$ 65,3
- Hugo Wanderley MDBR$ 42 mil · 690 votosR$ 60,9
- Prof Milton Ulisses MDBR$ 20 mil · 401 votosR$ 50,2
- Socorro Ferro PPR$ 17 mil · 414 votosR$ 40,6
Votos por real
- 2004, vereadora: 76 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.