Apuração
Deputado federal · 2018 · PSOL

Maklandel Aquino

Maklandel Aquino Matos · nasceu em 1976

Maklandel Aquino se candidatou em 5 eleições, de 2006 a 2018, e foi eleito em nenhuma.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSOL−0,79← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2006PSOL2012PSOL2014PSOL2016PSOL2018PSOL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PSOL.

GovernadorDep. federalDep. estadualPrefeitoVereadorPartidoPSOL2006200820102012201420162018
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2018, não eleito.

Declarou ao TSE em 2018: 42 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2014, branca em 2018. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado federal · Piauí
    PSOL 5005· esquerda
    não eleito2.853 votos; 47º mais votado de 123 no estado
  2. 2016
    Vereador · Teresina (PI)
    PSOL 50000· esquerda
    não eleito
  3. 2014
    Governador · Piauí
    PSOL 50· esquerda· na urna, Maklandel
    não eleito22.480 votos, 1,3%
  4. 2012
    Prefeito · Teresina (PI)
    PSOL 50· esquerda· na urna, Maklandel
    não eleito5.330 votos, 1,3%
  5. 2006
    Deputado estadual · Piauí
    PSOL 50000· esquerda· na urna, Professor Maklandel
    não eleito684 votos; 99º mais votado de 179 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Maklandel Aquino teve 2.853 votos para deputado federal, 0,2% dos votos válidos do estado: 47º lugar entre 123 candidatos.

Recebeu votos em 89 cidades. Teresina deu 79,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,0%.

2.853 votos
votos para deputado federal em 2018
Cada quadrado é 1% de 2.853 votos.
  1. Teresina (PI)2.261 votos79,2%
  2. Parnaíba (PI)77 votos2,7%
  3. Campo Maior (PI)52 votos1,8%
  4. Luzilândia (PI)41 votos1,4%
  5. Altos (PI)37 votos1,3%
  6. Outras 74 cidades228 votos8%
As outras 1 eleições para deputado
684 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 684 votos.
  1. Teresina (PI)550 votos80,4%
  2. Esperantina (PI)21 votos3,1%
  3. Parnaíba (PI)21 votos3,1%
  4. Campo Maior (PI)11 votos1,6%
  5. Altos (PI)8 votos1,2%
  6. Outras 29 cidades37 votos5,4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Maklandel Aquino declarou R$ 312 mil em bens, em reais de hoje: 7,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Piauí. Entre 2012 e 2018, o total subiu R$ 301 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 312 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 205.000 na declaração)

Declarou 7,9 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal no Piauí em 2018.

  • Maklandel AquinoR$ 312 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 39,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,1 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 312 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Maklandel Aquino declarou ao TSE R$ 128 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para governador: R$ 62 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputado federal · Piauí · PSOL · não eleito

De onde veio

R$ 10,6 mil
57% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 10,6 mil.
  1. Fundo eleitoralTudo de Partido Socialismo E Liberdade (P-Sol)R$ 6.07257,3%
  2. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 4.52442,7%

Para onde foi

R$ 3.913
O maior gasto foi com transporte: 88% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.913. Toque numa parte para abrir.
  1. Material impressoTudo de I. H. Martins SilveiraR$ 3027,7%
  2. InternetR$ 1513,9%
  3. EscritórioR$ 30,1%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Piauí, 2018

Mediana da disputa: R$ 36,8 por voto. Quem venceu, Flavio Nogueira, gastou R$ 8,93 por voto. O voto mais caro custou R$ 2.285; o mais barato, R$ 8,93.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado federal: 729 votos por R$ 1.000, 9,5 vezes a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 81 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
  • 2014, governador: 363 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, prefeito: 315 votos por R$ 1.000, 9,8 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.