Majo Carlos
Antonio Carlos de Lima · nasceu em 1957
Majo Carlos se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PL (2002–2016), AVANTE (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 63 anos, superior completo, policial militar, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2002Deputado estadual · AcrePL 22150· direita· na urna, Sgt Carlossuplente123 votos; 220º mais votado de 329 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Majo Carlos teve 123 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 220º lugar entre 329 candidatos.
Recebeu votos em 8 cidades. Rio Branco deu 80,5% deles.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Majo Carlos declarou R$ 861,9 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 307,9 mil, já descontada a inflação.
Mais da metade (58%) dos candidatos a vereador no Amazonas não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Majo Carlos declarou ao TSE R$ 39 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 22 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Ipixuna (AM) · AVANTE · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Ipixuna (AM), 2020
Mediana da disputa: R$ 31,4 por voto. Quem venceu, Ane Silvério, gastou R$ 7,58 por voto. O voto mais caro custou R$ 282; o mais barato, R$ 7,58.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Ray Ramos REPUBLICANOSR$ 4,2 mil · 15 votosR$ 282
- Marines REPUBLICANOSR$ 4,2 mil · 18 votosR$ 235
- Rozelma REPUBLICANOSR$ 4,2 mil · 41 votosR$ 103
- Maria Do Moaca REPUBLICANOSR$ 4,2 mil · 47 votosR$ 90
- Isael REPUBLICANOSR$ 3,9 mil · 84 votosR$ 46,7
- Professor Cieles PSDR$ 3,7 mil · 117 votosR$ 31,4
- Neto Batalha REPUBLICANOSR$ 4,2 mil · 199 votosR$ 21,3
- Evilazio Graça REPUBLICANOSR$ 4,2 mil · 212 votosR$ 20
- Côco REPUBLICANOSR$ 4,2 mil · 247 votosR$ 17,2
- Manoel Careca PSDR$ 3,7 mil · 302 votosR$ 12,2
- Ane Silvério PSDR$ 4,2 mil · 560 votosR$ 7,58
Votos por real
- 2016, prefeito: 9 votos por R$ 1.000, 22% da mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 5,7 votos por R$ 1.000, 16% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.