Maizó
Marcos Monay Soares Vieira · nasceu em 1982
Maizó disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Itanhomi (MG)), pelo PSB: suplente.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 25 anos, ensino médio, estudante, bolsista, estagiário e assemelhados. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Maizó declarou R$ 33,7 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou 63% da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2008.
- MaizóR$ 33,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 111,9 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Maizó declarou ao TSE R$ 2,8 mil em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereador · Itanhomi (MG) · PSB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 1.49954,1%
- Próprio bolsoR$ 1.15141,5%
- Outros candidatosR$ 1234,4%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.50755,3%
- OutrosR$ 68525,1%
- ServiçosR$ 2689,8%
- EscritórioR$ 1425,2%
- TransporteR$ 1264,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Itanhomi (MG), 2008
Mediana da disputa: R$ 25,8 por voto. Quem venceu, Valdir Belício, gastou R$ 15 por voto. O voto mais caro custou R$ 84,1; o mais barato, R$ 15.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Zequinha Picapau PTR$ 9,7 mil · 115 votosR$ 84,1
- Pedro Da Vera PTBR$ 4 mil · 77 votosR$ 52
- Adao Neves PTBR$ 10 mil · 242 votosR$ 41,9
- Roger PSDBR$ 7,1 mil · 196 votosR$ 36,2
- Odilon Cassimiro PSDBR$ 11 mil · 335 votosR$ 32,6
- Ganjao PSBR$ 4,2 mil · 135 votosR$ 31,2
- Rosane (Da Iara Papelaria) DEMR$ 7,1 mil · 275 votosR$ 25,8
- Cloves Do Lodimiro DEMR$ 3,9 mil · 157 votosR$ 24,6
- Bibinha PDTR$ 8,2 mil · 352 votosR$ 23,2
- Totó Do Cartório PSDBR$ 5,8 mil · 269 votosR$ 21,6
- Dé Do Liberato PSDBR$ 4,1 mil · 239 votosR$ 17
- Valdir Belício PDTR$ 6 mil · 399 votosR$ 15
Votos por real
- 2008, vereador: 56 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.