Magno Bastos
Benedito Magno Gonçalves Bastos · nasceu em 1975
Magno Bastos se candidatou em 3 eleições, de 2010 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: CIDADANIA (2010), PC do B (2012), PTB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 45 anos, superior completo, administrador, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2010Deputado estadual · AmapáCIDADANIA 23623· centro· na urna, Magnosuplente490 votos; 103º mais votado de 247 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Magno Bastos teve 490 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 103º lugar entre 247 candidatos.
Recebeu votos em 9 cidades. Vitória do Jari deu 61,0% deles.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Magno Bastos declarou R$ 1,2 mi em bens, em reais de hoje: 7,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Amapá. Entre 2012 e 2020, o total subiu R$ 1 mi acima da inflação.
Declarou 7,7 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Amapá em 2020.
- Magno BastosR$ 1,2 mi
- Mediana dos candidatosR$ 159,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 369,9 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 6 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- terreno urbano para loteamentoR$ 718,2 milTerreno
- predio que funcionava uma escola ténicaR$ 215,5 milPrédio comercial
- casa residencialR$ 143,6 milCasa
- terreno ruralR$ 71,8 milTerreno rural
- prisma joy 2017R$ 50,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- carro ranger 2011R$ 21,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Magno Bastos declarou ao TSE R$ 105 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para prefeito: R$ 99 mil, 100% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Vitória do Jari (AP) · PTB · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- Pessoal41 pessoas, não nomeadasR$ 72,1 mil72,8%
- OutrosR$ 3.5383,6%
- ServiçosR$ 3.3553,4%
- EscritórioR$ 1.9832%
Quanto custou cada voto: prefeito, Vitória do Jari (AP), 2020
Magno Bastos: R$ 579 por voto (mediana da disputa, R$ 68,6). Quem venceu, Ary Duarte, gastou R$ 63,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 579; o mais barato, R$ 43,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Magno Bastos. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Magno Bastos PTBR$ 99 mil · 171 votosR$ 579
- Ray Taxista PPR$ 21 mil · 102 votosR$ 208
- Gabriel REPUBLICANOSR$ 218 mil · 1.432 votosR$ 152
- Prof Leno PLR$ 31 mil · 446 votosR$ 68,6
- Ary Duarte DEMR$ 173 mil · 2.707 votosR$ 63,9
- Raimunda Beirão PROSR$ 113 mil · 2.591 votosR$ 43,7
Votos por real
- 2020, prefeito: 1,7 votos por R$ 1.000, 16% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 35 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 446 votos por R$ 1.000, 14 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.