Madalena do Posto
Maria Madalena de Jesus Lima · nasceu em 1954
Madalena do Posto se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleita em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PTB (2004), PDT (2008–2012), PV (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 66 anos, ensino médio, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Madalena do Posto declarou R$ 2.657 em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2020, o total caiu R$ 19,3 mil, já descontada a inflação.
Declarou 12% da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Madalena do PostoR$ 2.657
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Madalena do Posto declarou ao TSE R$ 5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereadora: R$ 5 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereadora · Ibirité (MG) · PV · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereadora, Ibirité (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 125 por voto. Quem venceu, Fabinho Araújo, gastou R$ 49,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 810; o mais barato, R$ 29,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Mardelene Cezar PSBR$ 106 mil · 131 votosR$ 810
- Lu Do Joaquim PPR$ 35 mil · 57 votosR$ 606
- Janaina Silva DEMR$ 37 mil · 115 votosR$ 318
- Jessica Nunes PPR$ 29 mil · 122 votosR$ 241
- Carmô PPR$ 31 mil · 145 votosR$ 213
- Wiliomar Gomes AVANTER$ 28 mil · 198 votosR$ 144
- Lucimar PPR$ 27 mil · 213 votosR$ 125
- Joel Araujo PSCR$ 42 mil · 657 votosR$ 64,6
- Coelho DEMR$ 35 mil · 664 votosR$ 52,2
- Fabinho Araújo PPR$ 40 mil · 815 votosR$ 49,4
- Geraldo Matos PPR$ 30 mil · 812 votosR$ 37,3
- Chico Canoas CIDADANIAR$ 41 mil · 1.389 votosR$ 29,7
Votos por real
- 2012, vereadora: 142 votos por R$ 1.000, 4,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.