Má
Antonio Marcelino do Rosario · nasceu em 1981
Má se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: REPUBLICANOS (2012), DEM (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 35 anos, ensino médio, motorista de veículos de transporte de carga, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Má declarou R$ 146,2 mil em bens, em reais de hoje: 6,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 6,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- MáR$ 146,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Má declarou ao TSE R$ 638 em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 557.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Maracaí (SP) · DEM · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Maracaí (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 12,2 por voto. Quem venceu, Fabiano Martins, gastou R$ 7,38 por voto. O voto mais caro custou R$ 58,4; o mais barato, R$ 7,38.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Titoshi Miura PSDR$ 2,3 mil · 39 votosR$ 58,4
- Zilda Gasparino PSDR$ 4,5 mil · 142 votosR$ 31,8
- Vermelho PSDR$ 5,3 mil · 222 votosR$ 24
- Canela REPUBLICANOSR$ 3,4 mil · 196 votosR$ 17,4
- Dito Do Laboratorio PTBR$ 2,4 mil · 181 votosR$ 13,2
- Chico Cassachia PLR$ 2,5 mil · 207 votosR$ 12,2
- Paulo Machado PVR$ 3,6 mil · 342 votosR$ 10,7
- Deco MDBR$ 2 mil · 201 votosR$ 9,81
- Behlau SOLIDARIEDADER$ 1,8 mil · 192 votosR$ 9,61
- Bira PSDR$ 1,7 mil · 195 votosR$ 8,93
- Fabiano Martins PVR$ 2,8 mil · 376 votosR$ 7,38
Votos por real
- 2016, vereador: 151 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 167 votos por R$ 1.000, 5,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.