Apuração
Vereadora · 2020 · PSDB

Lurdes Corrêa

Maria de Lourdes Corrêa · nasceu em 1966

Lurdes Corrêa se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleita em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,50← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004DEM2008PP2020PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2004.

Passou por 3 partidos: DEM (2004), PP (2008), PSDB (2020).

VereadoraPartidoDEMPPPSDB’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, não eleita.

Declarou ao TSE em 2020: 54 anos, ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereadora · Cocal do Sul (SC)
    PSDB 45145· centro-direita
    não eleita
  2. 2008
    Vereadora · Cocal do Sul (SC)
    PP 11011· direita· na urna, Lurdes
    suplente
  3. 2004
    Vereadora · Cocal do Sul (SC)
    DEM 25025· direita· na urna, Lurdes
    eleita369 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Lurdes Corrêa declarou ao TSE R$ 33 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereadora: R$ 23 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereadora · Cocal do Sul (SC) · PP · suplente

De onde veio

R$ 23,4 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 23,4 mil.
  1. PessoasR$ 17,4 mil74,4%
  2. Próprio bolsoR$ 5.08721,8%
  3. PartidoR$ 8893,8%

Para onde foi

R$ 23,4 mil
O maior gasto foi com outros: 78% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 23,4 mil.
  1. OutrosR$ 18,3 mil78,2%
  2. Material impressoR$ 2.63711,3%
  3. TransporteR$ 2.45010,5%

Quanto custou cada voto: vereadora, Cocal do Sul (SC), 2008

Lurdes: R$ 143 por voto (mediana da disputa, R$ 97,4). Quem venceu, Volnei Da Silva, gastou R$ 54,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 3.136; o mais barato, R$ 54,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Lurdes. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Vanio Zanelatto PPR$ 22 mil · 7 votosR$ 3.136
  • Roberto Fett PDTR$ 24 mil · 36 votosR$ 675
  • Nelo PSDBR$ 21 mil · 76 votosR$ 283
  • Diamor PDTR$ 22 mil · 101 votosR$ 220
  • Daniel Do Prado PSDBR$ 22 mil · 102 votosR$ 212
  • Lurdes PPR$ 23 mil · 164 votosR$ 143
  • Edzon Zomer / Dezom PPR$ 26 mil · 262 votosR$ 97,4
  • Geraldo Silveira PSDBR$ 21 mil · 282 votosR$ 75,6
  • Vicente PSDBR$ 25 mil · 382 votosR$ 65,6
  • Lesio Rosso PSDBR$ 22 mil · 356 votosR$ 60,9
  • Marcelo Dallo PPR$ 21 mil · 364 votosR$ 58,8
  • Volnei Da Silva PSDBR$ 23 mil · 421 votosR$ 54,3

Votos por real

  • 2008, vereadora: 7 votos por R$ 1.000, 46% da mediana da disputa.
  • 2004, vereadora: 37 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.