Apuração
Vereadora · 2012 · MDB

Lourdes de Lachico

Maria de Lourdes Gomes de Oliveira · nasceu em 1962

Lourdes de Lachico se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleita em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,25← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PTB2008PTB2012MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2004.

Passou por 2 partidos: PTB (2004–2008), MDB (2012).

VereadoraPartidoPTBMDB20042006200820102012
eleitasuplente ou vicenão eleitanão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 50 anos, até o fundamental. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereadora · Baraúna (RN)
    MDB 15111· centro-direita
    suplente
  2. 2008
    Vereadora · Baraúna (RN)
    PTB 14111· centro-direita· na urna, Lurdes de Lachico
    candidatura não chegou à urna
  3. 2004
    Vereadora · Baraúna (RN)
    PTB 14111· centro-direita· na urna, Lurde de Lachico
    eleita621 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Lourdes de Lachico declarou ao TSE R$ 24 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereadora: R$ 19 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereadora · Baraúna (RN) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 18,9 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 4 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 18,9 mil.
  1. PessoasR$ 17,5 mil92,4%
  2. Próprio bolsoR$ 1.3006,9%
  3. EmpresasR$ 1410,7%

Para onde foi

R$ 18,9 mil
O maior gasto foi com transporte: 91% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 18,9 mil.
  1. TransporteR$ 17,3 mil91,5%
  2. Material impressoR$ 1.6148,5%

Quanto custou cada voto: vereadora, Baraúna (RN), 2012

Mediana da disputa: R$ 103 por voto. Quem venceu, Flávio Matias, gastou R$ 38,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 949; o mais barato, R$ 38,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Ireno PLR$ 28 mil · 29 votosR$ 949
  • Kaio Sergio PSDBR$ 21 mil · 72 votosR$ 285
  • Moreno PVR$ 22 mil · 113 votosR$ 194
  • Ailton Lopes PVR$ 99 mil · 564 votosR$ 176
  • Devid Simao PDTR$ 42 mil · 351 votosR$ 119
  • Tertinho MOBILIZAR$ 48 mil · 422 votosR$ 114
  • Adjano MDBR$ 37 mil · 361 votosR$ 103
  • Robertão PLR$ 48 mil · 704 votosR$ 67,9
  • Divanize PSDR$ 48 mil · 773 votosR$ 62,4
  • Maninho MDBR$ 32 mil · 563 votosR$ 57,1
  • Gisele Romão PLR$ 45 mil · 885 votosR$ 50,7
  • Flávio Matias PLR$ 29 mil · 753 votosR$ 38,2

Votos por real

  • 2012, vereadora: 15 votos por R$ 1.000, 90% da mediana da disputa.
  • 2004, vereadora: 131 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.