Lula de Ze da Sopa
Luiz Jose da Silva · nasceu em 1941
Lula de Ze da Sopa se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PP (2004), PSDB (2008), PP (2014), PDT (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 75 anos, ensino médio, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2014
- 2008Vereador · Vertente do Lério (PE)PSDB 45222· centro-direita· na urna, Lula da Sopacandidatura não chegou à urna
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Lula de Ze da Sopa teve 986 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 209º lugar entre 489 candidatos.
Recebeu votos em 88 cidades. Surubim deu 67,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 89,5%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2014, Lula de Ze da Sopa declarou R$ 529,1 mil em bens, em reais de hoje: 110 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Pernambuco. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2008 e 2014.
Em 2016, não declarou nenhum bem.
Declarou 110 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Pernambuco em 2014.
- Lula de Ze da SopaR$ 529,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 4.829
- Mediana dos eleitosR$ 1 mi
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Lula de Ze da Sopa declarou ao TSE R$ 3,4 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 1,7 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Surubim (PE) · PDT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 80347,4%
- PessoasR$ 48628,7%
- Outros candidatosR$ 40523,9%
Para onde foi
- OutrosR$ 80347,4%
- ServiçosR$ 48628,7%
- Material impressoR$ 40523,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Surubim (PE), 2016
Mediana da disputa: R$ 13,4 por voto. Quem venceu, Ivete Do Sindicato, gastou R$ 4,97 por voto. O voto mais caro custou R$ 94,1; o mais barato, R$ 4,97.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- João Eletricista PDTR$ 17 mil · 176 votosR$ 94,1
- Irmão Carlos Roberto PSDR$ 20 mil · 365 votosR$ 54,5
- Dr Vavá PDTR$ 24 mil · 1.021 votosR$ 23,1
- Hulk PSDR$ 15 mil · 680 votosR$ 21,7
- Fabrício Brito PSBR$ 27 mil · 1.548 votosR$ 17,7
- Marco De Biu Machado PSDBR$ 9,5 mil · 583 votosR$ 16,2
- Bomba PSDR$ 14 mil · 1.040 votosR$ 13,4
- Anabel Negromonte PDTR$ 15 mil · 1.286 votosR$ 11,8
- Nailton Do Jucá PSBR$ 9,3 mil · 809 votosR$ 11,5
- Véia De Aprígio PSBR$ 25 mil · 2.451 votosR$ 10,2
- Fred Lafayette PSDR$ 11 mil · 1.051 votosR$ 10,2
- Ivete Do Sindicato PTR$ 9,2 mil · 1.853 votosR$ 4,97
Votos por real
- 2016, vereador: 113 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 51 votos por R$ 1.000, 72% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.