Luizinho
Luiz Alberto Antunes Popst · nasceu em 1975
Luizinho se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 41 anos, superior completo, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Luizinho declarou R$ 6.499 em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 24,2 mil, já descontada a inflação.
Declarou 28% da mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- LuizinhoR$ 6.499
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Luizinho declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 6,9 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Iperó (SP) · PT · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 65188,9%
- ServiçosR$ 8111,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Iperó (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 94,3 por voto. Quem venceu, Sérgio Poli, gastou R$ 15,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 273; o mais barato, R$ 14,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Bel Felix DCR$ 6,6 mil · 24 votosR$ 273
- Eduardo Amaral PC do BR$ 6,9 mil · 28 votosR$ 247
- Dentinho Twk - Nay - Twk Now PSDBR$ 6,6 mil · 30 votosR$ 219
- Renatinho Da Radio PDTR$ 7,7 mil · 37 votosR$ 207
- Ricardo Da Agua PSDBR$ 6,7 mil · 36 votosR$ 187
- Marlon Veterinário PSDBR$ 8,3 mil · 88 votosR$ 94,3
- Edvani Zardeto PLR$ 7 mil · 243 votosR$ 28,9
- Luis Fernando Dakí MDBR$ 17 mil · 591 votosR$ 28,1
- Joel Careca PSDBR$ 6,7 mil · 340 votosR$ 19,6
- Sérgio Poli PVR$ 16 mil · 1.041 votosR$ 15,3
- Neno Domingues PPR$ 7,8 mil · 535 votosR$ 14,6
Votos por real
- 2016, vereador: 167 votos por R$ 1.000, 4,8 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 64 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 35 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.