Luizão
Luiz Carlos da Silva · nasceu em 1960
Luizão se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: MDB (2004), CIDADANIA (2008), MDB (2012–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 56 anos, até o fundamental, motorista de veículos de transporte coletivo de passageiros, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Luizão declarou R$ 24,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 83,5 mil, já descontada a inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- LuizãoR$ 24,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Luizão declarou ao TSE R$ 1,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 1 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Sapucaí-Mirim (MG) · MDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 29694,3%
- Rádio, TV e vídeoR$ 185,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Sapucaí-Mirim (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 13,6 por voto. Quem venceu, Wando, gastou R$ 8,08 por voto. O voto mais caro custou R$ 72; o mais barato, R$ 7,32.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Colerinha PLR$ 4,2 mil · 58 votosR$ 72
- Andre Da Van PLR$ 842 · 14 votosR$ 60,1
- Chipinho Do Taxi PLR$ 1 mil · 36 votosR$ 29
- Sergião Mahé PTR$ 1 mil · 40 votosR$ 25,1
- Donizete Carvalho PTR$ 2,3 mil · 106 votosR$ 21,4
- Jenner Renno PSDBR$ 3,4 mil · 206 votosR$ 16,5
- Mauro Pasteleiro PSDR$ 2,5 mil · 182 votosR$ 13,6
- Zé Carlos Pião PLR$ 962 · 85 votosR$ 11,3
- Osmar Do Ze Gato PDTR$ 1,9 mil · 171 votosR$ 11,3
- Wando PSDR$ 2 mil · 247 votosR$ 8,08
- Jesus Marques MDBR$ 829 · 110 votosR$ 7,54
- Benão PPR$ 819 · 112 votosR$ 7,32
Votos por real
- 2016, vereador: 140 votos por R$ 1.000, 3,5 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 70 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.