Zimmer
Luiz Bernardo Zimmer · nasceu em 1961
Zimmer se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 3 partidos: PP (2004–2008), PSB (2012–2016), DEM (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 58 anos, ensino médio, cabeleireiro e barbeiro, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016Vereador · Cachoeira do Sul (RS)PSB 40777· centro-esquerda· na urna, Luiz Zimmer Cabeleireirosuplente
- 2012Vereador · Cachoeira do Sul (RS)PSB 40777· centro-esquerda· na urna, Luiz Zimmer Cabeleireiroeleito644 votos
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Zimmer declarou R$ 180,3 mil em bens, em reais de hoje: 3,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 80,5 mil acima da inflação.
Declarou 3,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- ZimmerR$ 180,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Uma casaR$ 143,6 milCasa
- Um automóvel Ford Fiesta 2012R$ 28,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Um automóvel Ford Fiesta 1997R$ 5.746Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- PoupançaR$ 2.155Caderneta de poupança
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Zimmer declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 5,2 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Cachoeira do Sul (RS) · PSB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 2.47773,1%
- TransporteR$ 55116,2%
- OutrosR$ 2106,2%
- EscritórioR$ 1524,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Cachoeira do Sul (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 27 por voto. Quem venceu, Daniela Santos, gastou R$ 7,41 por voto. O voto mais caro custou R$ 51,7; o mais barato, R$ 7,41.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Tálison PTR$ 11 mil · 220 votosR$ 51,7
- Godoi SOLIDARIEDADER$ 19 mil · 429 votosR$ 43,4
- Vinicius Cornelli PTR$ 19 mil · 518 votosR$ 36,3
- Frankini MDBR$ 17 mil · 458 votosR$ 36,2
- Casquinha PSDBR$ 11 mil · 333 votosR$ 34,3
- Marcelo Figueiró MDBR$ 21 mil · 614 votosR$ 33,8
- Luis Paixão PPR$ 22 mil · 808 votosR$ 27
- Augusto Cesar PPR$ 17 mil · 682 votosR$ 24,9
- Jorginho Fialho REPUBLICANOSR$ 10 mil · 512 votosR$ 20,5
- Dr. Carlos Alberto PPR$ 15 mil · 924 votosR$ 16,6
- Igor Noronha MDBR$ 13 mil · 913 votosR$ 14
- Daniela Santos PDTR$ 10 mil · 1.377 votosR$ 7,41
Votos por real
- 2016, vereador: 135 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 125 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 570 votos por R$ 1.000, 5,4 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 293 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.