Luiz Mauro
Luiz Mauro Cardoso · nasceu em 1961
Luiz Mauro se candidatou em 8 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 63 anos, ensino médio, vereador, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2010
- 2008
- 2006
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Luiz Mauro teve 2.590 votos para deputado estadual, 0,3% dos votos válidos do estado: 78º lugar entre 301 candidatos.
Recebeu votos em 26 cidades. Alta Floresta D'oeste deu 85,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,5%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Luiz Mauro declarou R$ 226,8 mil em bens, em reais de hoje: 4,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Rondônia. Entre 2006 e 2024, o total subiu R$ 19,2 mil acima da inflação.
Declarou 4,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Rondônia em 2024.
- Luiz MauroR$ 226,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 55,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 143,7 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 8 campanhas com contas prestadas, Luiz Mauro declarou ao TSE R$ 293 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 88 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Alta Floresta D'oeste (RO) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 5.91949%
- Fundo eleitoralR$ 3.28127,2%
- PessoasR$ 2.73422,7%
- Fundo partidárioR$ 1371,1%
Para onde foi
- TransporteR$ 3.88337,7%
- PessoalR$ 3.18530,9%
- Material impressoR$ 2.46123,9%
- ServiçosR$ 7667,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Alta Floresta D'oeste (RO), 2024
Mediana da disputa: R$ 44,4 por voto. Quem venceu, Alvaro Bueno, gastou R$ 20,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 172; o mais barato, R$ 20,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Sueli Armi UNIÃOR$ 13 mil · 75 votosR$ 172
- Jeremias REPUBLICANOSR$ 45 mil · 621 votosR$ 72
- Luiz Lana REPUBLICANOSR$ 13 mil · 193 votosR$ 66,6
- Ivonete Da Saúde UNIÃOR$ 13 mil · 223 votosR$ 59,6
- Nenão PLR$ 23 mil · 436 votosR$ 53
- Igor Enfermeiro DCR$ 14 mil · 316 votosR$ 44,6
- Dalton Tupari UNIÃOR$ 16 mil · 365 votosR$ 44,4
- Serjinho REPUBLICANOSR$ 17 mil · 384 votosR$ 43,8
- Marilza Da Revil Móveis PLR$ 16 mil · 419 votosR$ 37
- Alisson REPUBLICANOSR$ 17 mil · 570 votosR$ 29,1
- Natã Soares UNIÃOR$ 20 mil · 820 votosR$ 24,8
- Alvaro Bueno PLR$ 23 mil · 1.127 votosR$ 20,5
Votos por real
- 2024, vereador: 19 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2020, vereador: 24 votos por R$ 1.000, 72% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 14 votos por R$ 1.000, 91% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 8,5 votos por R$ 1.000, 89% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.