Apuração
Vereador · 2016 · PP

Luiz Marcos

Luiz Marcos Nogueira de Oliveira · nasceu em 1977

Luiz Marcos se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,50← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PTB2008PTB2012PL2016PP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Passou por 3 partidos: PTB (2004–2008), PL (2012), PP (2016).

VereadorPartidoPTBPLPP2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 39 anos, superior completo, cor preta. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PP 11325· direita
    suplente
  2. 2012
    PL 22325· direita
    suplente
  3. 2008
    PTB 14325· centro-direita
    suplente610 votos
  4. 2004
    PTB 14325· centro-direita
    eleito796 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Luiz Marcos declarou R$ 152,7 mil em bens, em reais de hoje: 1,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2008 e 2016.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 152,7 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 94.000 na declaração)

Declarou 1,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2016.

  • Luiz MarcosR$ 152,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 81,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 214,1 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 152,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Luiz Marcos declarou ao TSE R$ 57 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 22 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Tangará da Serra (MT) · PP · suplente

De onde veio

R$ 12,5 mil
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 12,5 mil.
  1. PartidoR$ 10,1 mil80,6%
  2. PessoasR$ 1.61912,9%
  3. Próprio bolsoR$ 8106,5%

Para onde foi

R$ 12,5 mil
O maior gasto foi com pessoal: 35% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 12,5 mil.
  1. PessoalR$ 4.37234,9%
  2. TransporteR$ 3.69229,5%
  3. Material impressoR$ 2.01916,1%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 1.29510,3%
  5. OutrosR$ 1.1539,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Tangará da Serra (MT), 2016

Mediana da disputa: R$ 56,1 por voto. Quem venceu, Rogerio Silva, gastou R$ 26,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 543; o mais barato, R$ 26,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Val Cuidadora PSCR$ 48 mil · 88 votosR$ 543
  • Ivo Construtor PSDR$ 43 mil · 165 votosR$ 261
  • Fabio Da Saude PSDR$ 41 mil · 207 votosR$ 200
  • Clebinho PSBR$ 55 mil · 336 votosR$ 164
  • Professora Dulce MDBR$ 34 mil · 269 votosR$ 125
  • Carlos Longhi PSBR$ 39 mil · 570 votosR$ 69,1
  • Ademir Anibale MDBR$ 41 mil · 739 votosR$ 56,1
  • Paquito Taxi PSBR$ 38 mil · 684 votosR$ 55
  • Professor Vagner PSDBR$ 54 mil · 1.048 votosR$ 51,3
  • Sandra Garcia PSDBR$ 33 mil · 925 votosR$ 35,9
  • Dona Neide MDBR$ 37 mil · 1.068 votosR$ 34,6
  • Rogerio Silva MDBR$ 39 mil · 1.464 votosR$ 26,6

Votos por real

  • 2016, vereador: 24 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 43 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 94 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.