Luiz Henrique (nenem)
Luiz Henrique Pimenta Guedes · nasceu em 1950
Luiz Henrique (nenem) se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo DEM.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 65 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Luiz Henrique (nenem) declarou R$ 3.249 em bens, em reais de hoje.
Declarou 11% da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Luiz Henrique (nenem)R$ 3.249
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Luiz Henrique (nenem) declarou ao TSE R$ 1,2 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Lima Duarte (MG) · DEM · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.17494,2%
- Outros candidatosR$ 735,8%
Para onde foi
- ServiçosR$ 89171,4%
- Material impressoR$ 34827,9%
- OutrosR$ 80,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Lima Duarte (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 38,8 por voto. Quem venceu, Juninho Contador, gastou R$ 24,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 171; o mais barato, R$ 24,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Inácia Delgado PSDBR$ 6,7 mil · 39 votosR$ 171
- Dinho Tavares PSDBR$ 10 mil · 64 votosR$ 162
- Vicentão DEMR$ 6,1 mil · 55 votosR$ 111
- Dr. Enéas PDTR$ 6,4 mil · 75 votosR$ 85,9
- Márcia Du Manejo PTBR$ 8 mil · 180 votosR$ 44,5
- Sandrinho MOBILIZAR$ 6,7 mil · 168 votosR$ 39,9
- Fábio Roçadeira MOBILIZAR$ 13 mil · 333 votosR$ 38,8
- Waltinho Das Laranjeiras PVR$ 9 mil · 262 votosR$ 34,3
- Dark PSCR$ 6,4 mil · 216 votosR$ 29,5
- Do De Ibitipoca PTR$ 7,1 mil · 262 votosR$ 27,3
- Professor Luiz Henrique PATRIOTAR$ 6,4 mil · 252 votosR$ 25,2
- Juninho Contador MOBILIZAR$ 7,2 mil · 295 votosR$ 24,2
Votos por real
- 2016, vereador: 62 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.