Luiz Henrique
Luiz Henrique Barbosa Matias · nasceu em 1977
Luiz Henrique se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 2. Em 2 delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.
Passou por 2 partidos: PTB (2008–2014), PSB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2016: 39 anos, superior completo, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2014
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Luiz Henrique declarou R$ 243,7 mil em bens, em reais de hoje: 3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 13,1 mil acima da inflação.
Declarou 3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2016.
- Luiz HenriqueR$ 243,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 81,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 214,1 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Luiz Henrique declarou ao TSE R$ 165 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 112 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Tangará da Serra (MT) · PSB · candidatura não chegou à urna
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Tangará da Serra (MT), 2016
Mediana da disputa: R$ 56,1 por voto. Quem venceu, Rogerio Silva, gastou R$ 26,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 543; o mais barato, R$ 26,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Val Cuidadora PSCR$ 48 mil · 88 votosR$ 543
- Ivo Construtor PSDR$ 43 mil · 165 votosR$ 261
- Fabio Da Saude PSDR$ 41 mil · 207 votosR$ 200
- Clebinho PSBR$ 55 mil · 336 votosR$ 164
- Professora Dulce MDBR$ 34 mil · 269 votosR$ 125
- Carlos Longhi PSBR$ 39 mil · 570 votosR$ 69,1
- Ademir Anibale MDBR$ 41 mil · 739 votosR$ 56,1
- Paquito Taxi PSBR$ 38 mil · 684 votosR$ 55
- Professor Vagner PSDBR$ 54 mil · 1.048 votosR$ 51,3
- Sandra Garcia PSDBR$ 33 mil · 925 votosR$ 35,9
- Dona Neide MDBR$ 37 mil · 1.068 votosR$ 34,6
- Rogerio Silva MDBR$ 39 mil · 1.464 votosR$ 26,6
Votos por real
- 2012, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 5 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 13 votos por R$ 1.000, 54% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.