Apuração
Vereador · 2016 · PSL

Luiz Piso

Luiz Floriano Avelino · nasceu em 1961

Luiz Piso se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 2.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSL+0,52← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PL2012PL2016PSL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.

Passou por 2 partidos: PL (2008–2012), PSL (2016).

VereadorPartidoPLPSL20082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 55 anos, até o fundamental, vereador, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PSL 17777· direita
    suplente
  2. 2012
    PL 22345· direita· na urna, Luiz do Piso
    eleito384 votos
  3. 2008
    PL 22345· direita· na urna, Luiz do Piso
    eleito442 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Luiz Piso declarou R$ 101,8 mil em bens, em reais de hoje: 3,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 70,8 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 101,8 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 62.631 na declaração)

Declarou 3,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.

  • Luiz PisoR$ 101,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 101,8 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Luiz Piso declarou ao TSE R$ 25 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 12 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Carmo do Rio Claro (MG) · PSL · suplente

De onde veio

R$ 12,5 mil
0% veio de fundos públicos; 7 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 12,5 mil.
  1. PessoasR$ 9.83879%
  2. Próprio bolsoR$ 1.45711,7%
  3. PartidoR$ 1.1669,4%

Para onde foi

R$ 12,5 mil
O maior gasto foi com pessoal: 57% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 12,5 mil.
  1. PessoalR$ 7.04456,5%
  2. Material impressoR$ 3.81230,6%
  3. ServiçosR$ 1.58712,7%
  4. EscritórioR$ 190,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Carmo do Rio Claro (MG), 2016

Luiz Piso: R$ 68,8 por voto (mediana da disputa, R$ 24,8). Quem venceu, Joao Do Tiaozão, gastou R$ 13,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 99; o mais barato, R$ 13,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Luiz Piso. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 42% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 43 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 110 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.