Apuração
Deputado estadual · 2018 · PSOL

Luiz do Cachimbo

Luiz Alberto de Queiroz Lima · nasceu em 1951

Luiz do Cachimbo se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2018, e foi eleito em nenhuma.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSOL−0,49← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004DEM2008PTB2014PSOL2016PSOL2018PSOL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: DEM (2004), PTB (2008), PSOL (2014–2018).

Dep. estadualPrefeitoVereadorPartidoDEMPTBPSOL20042006200820102012201420162018
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 67 anos, superior completo, agricultor, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2014, branca em 2018. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado estadual · Ceará
    PSOL 50666· esquerda
    suplente187 votos; 423º mais votado de 519 no estado
  2. 2016
    Prefeito · Cariús (CE)
    PSOL 50· esquerda· na urna, Luiz do Caximbo
    não eleito40 votos, 0,3%
  3. 2014
    Deputado estadual · Ceará
    PSOL 50666· esquerda· na urna, Professor Luiz
    suplente488 votos; 302º mais votado de 558 no estado
  4. 2008
    Vereador · Cariús (CE)
    PTB 14111· centro-direita
    não eleito
  5. 2004
    Vereador · Cariús (CE)
    DEM 25825· direita· na urna, Luiz Alberto Professor Luiz
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Luiz do Cachimbo teve 187 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 423º lugar entre 519 candidatos.

Recebeu votos em 21 cidades. Fortaleza deu 31,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,8%.

187 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 187 votos.
  1. Fortaleza (CE)59 votos31,6%
  2. Cariús (CE)38 votos20,3%
  3. Iguatu (CE)33 votos17,6%
  4. Várzea Alegre (CE)19 votos10,2%
  5. Cedro (CE)13 votos7%
  6. Outras 6 cidades6 votos3,2%
As outras 1 eleições para deputado
488 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 488 votos.
  1. Cariús (CE)309 votos63,3%
  2. Fortaleza (CE)49 votos10%
  3. Iguatu (CE)29 votos5,9%
  4. Cedro (CE)22 votos4,5%
  5. Várzea Alegre (CE)19 votos3,9%
  6. Outras 9 cidades9 votos1,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Luiz do Cachimbo declarou R$ 611,8 mil em bens, em reais de hoje: 13 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Ceará. Entre 2008 e 2018, o total caiu R$ 341,4 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 25 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 611,8 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 402.000 na declaração)

Declarou 13 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual no Ceará em 2018.

  • Luiz do CachimboR$ 611,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 45,7 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 918,9 mil

Cada quadrado, R$ 25 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 611,8 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Luiz do Cachimbo declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado estadual: R$ 6,8 mil, 82% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputado estadual · Ceará · PSOL · suplente

De onde veio

R$ 6.829
82% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.829.
  1. Fundo eleitoralTudo de Partido Socialismo E Liberdade - Ceara - Ce - EstadualR$ 5.62382,3%
  2. Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 1.20617,7%

Para onde foi

R$ 5.612
O maior gasto foi com transporte: 96% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.612. Toque numa parte para abrir.
  1. Material impressoR$ 2284,1%
  2. EscritórioR$ 2< 0,1%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Ceará, 2018

Mediana da disputa: R$ 19 por voto. Quem venceu, Guilherme Landim, gastou R$ 6,07 por voto. O voto mais caro custou R$ 641; o mais barato, R$ 6,07.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado estadual: 33 votos por R$ 1.000, 38% da mediana da disputa.
  • 2014, deputado estadual: 203 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 31 votos por R$ 1.000, 48% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.