Luiz do Bicho
Luiz Rubens Teixeira · nasceu em 1953
Luiz do Bicho se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 3 partidos: PTB (2004), PSDB (2008), DEM (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 67 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Luiz do Bicho declarou R$ 534,4 mil em bens, em reais de hoje: 31 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 156,9 mil acima da inflação.
Declarou 31 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- Luiz do BichoR$ 534,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Imovél, rua: altino arantes N.893R$ 186,7 milCasa
- Oficina mecanicaR$ 172,4 milCasa
- Rancho, fazenda scaramussaR$ 165,2 milCasa rural
- Carreta reboqueR$ 10,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Luiz do Bicho declarou ao TSE R$ 3,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 2,3 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Planalto (SP) · DEM · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 99143,8%
- Outros candidatosR$ 98943,7%
- PessoasR$ 28312,5%
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Planalto (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 7,30 por voto. Quem venceu, Guilherme Quirino, gastou R$ 2,53 por voto. O voto mais caro custou R$ 14,8; o mais barato, R$ 2,53.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Mita MDBR$ 2,3 mil · 153 votosR$ 14,8
- Gerson Do Bar SOLIDARIEDADER$ 1,3 mil · 128 votosR$ 10,3
- Bila Da Padaria SOLIDARIEDADER$ 712 · 69 votosR$ 10,3
- Daiane Carvalho DEMR$ 679 · 69 votosR$ 9,84
- Thiago Tobias MDBR$ 1,6 mil · 170 votosR$ 9,57
- Zezinho Da Bicicletaria MDBR$ 1,1 mil · 120 votosR$ 9,54
- Serginho DEMR$ 453 · 62 votosR$ 7,30
- Godoy DEMR$ 991 · 141 votosR$ 7,03
- Alessandro Bonfim MDBR$ 807 · 235 votosR$ 3,43
- Deva MDBR$ 729 · 221 votosR$ 3,30
- Binga MDBR$ 382 · 138 votosR$ 2,77
- Guilherme Quirino DEMR$ 354 · 140 votosR$ 2,53
Votos por real
- 2008, vereador: 135 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 73 votos por R$ 1.000, 92% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.