Apuração
Vereador · 2016 · PL

Luiz da Raquel

Luiz Carlos Gonçalves dos Santos · nasceu em 1940

Luiz da Raquel se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,40← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004CIDADANIA2008PSC2016PL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: CIDADANIA (2004), PSC (2008), PL (2016).

VereadorPartidoCIDADANIAPSCPL2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, não eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 76 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PL 22456· direita
    não eleito
  2. 2008
    PSC 20620· direita· na urna, Luiz Carlos
    suplente
  3. 2004
    CIDADANIA 23630· centro· na urna, Luiz Carlos
    suplente90 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Luiz da Raquel declarou R$ 36,5 mil em bens, em reais de hoje: 1,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.

Cada quadrado, R$ 2.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 36,5 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 22.443 na declaração)

Declarou 1,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.

  • Luiz da RaquelR$ 36,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 36,5 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Luiz da Raquel declarou ao TSE R$ 14 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 5,2 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Pedro de Toledo (SP) · PL · não eleito

De onde veio

R$ 4.168
48% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.168.
  1. Fundo partidárioR$ 2.00048%
  2. Próprio bolsoR$ 1.40933,8%
  3. PartidoR$ 51512,4%
  4. Outros candidatosR$ 1473,5%
  5. PessoasR$ 972,3%

Para onde foi

R$ 4.168
O maior gasto foi com material impresso: 36% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.168.
  1. Material impressoR$ 1.50136%
  2. TransporteR$ 1.37633%
  3. ServiçosR$ 89121,4%
  4. PessoalR$ 2917%
  5. OutrosR$ 1082,6%

Quanto custou cada voto: vereador, Pedro de Toledo (SP), 2016

Mediana da disputa: R$ 65,7 por voto. Quem venceu, Sergio Dindin, gastou R$ 26,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 186; o mais barato, R$ 26,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Eliel Eletricista PSDR$ 14 mil · 74 votosR$ 186
  • Léia PODER$ 5,5 mil · 36 votosR$ 153
  • Arlindo Neves PODER$ 5,5 mil · 41 votosR$ 135
  • Jose Fernando Duarte PC do BR$ 5,8 mil · 51 votosR$ 115
  • Cleusa Da Excursão PTBR$ 7,5 mil · 72 votosR$ 104
  • Balog PTR$ 6,3 mil · 61 votosR$ 103
  • Marco Antonio PSDR$ 11 mil · 170 votosR$ 65,7
  • Zé Lopes PSCR$ 6 mil · 98 votosR$ 60,8
  • Eduardo Leite PODER$ 6,2 mil · 123 votosR$ 50,1
  • Célio Da Ração DEMR$ 7,7 mil · 167 votosR$ 46,2
  • Márcio Fiscal PODER$ 6 mil · 164 votosR$ 36,3
  • Sergio Dindin PODER$ 6,7 mil · 251 votosR$ 26,6

Votos por real

  • 2016, vereador: 4,6 votos por R$ 1.000, 47% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 61% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 17 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.