Luiz da Print Foto
Luiz Antonio dos Santos · nasceu em 1954
Luiz da Print Foto se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 4 partidos: PDT (2004), DC (2008–2010), PSC (2012), PRTB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 66 anos, superior completo, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2010Deputado estadual · São PauloDC 27111· direita· na urna, Luiz da Print Photonão eleito1.265 votos; 740º mais votado de 1.543 no estado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Luiz da Print Foto teve 1.265 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 740º lugar entre 1.543 candidatos.
Recebeu votos em 28 cidades. Araras deu 73,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,3%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Luiz da Print Foto declarou R$ 108,4 mil em bens, em reais de hoje: 6,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 242,1 mil, já descontada a inflação.
Declarou 6,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- Luiz da Print FotoR$ 108,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Luiz da Print Foto declarou ao TSE R$ 38 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 23 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Araras (SP) · PSC · não eleito
De onde veio
- PessoasR$ 1.14687,4%
- PartidoR$ 16512,6%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.30099,2%
- EscritórioR$ 110,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Araras (SP), 2012
Mediana da disputa: R$ 40,1 por voto. Quem venceu, Bonezinho Corrochel, gastou R$ 14,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 355; o mais barato, R$ 14,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Talitha Roncolato PTR$ 49 mil · 139 votosR$ 355
- Prof. Leo PTR$ 80 mil · 1.000 votosR$ 79,9
- Costa Do Sindicato PTBR$ 34 mil · 574 votosR$ 59,9
- Dr. Fernandes Denardi PSDR$ 34 mil · 646 votosR$ 52,7
- Eustaquio PTR$ 32 mil · 750 votosR$ 43,2
- Ze Bede PTR$ 56 mil · 1.305 votosR$ 42,9
- Magda Enfermeira DCR$ 44 mil · 1.090 votosR$ 40,1
- Baiano Da Farmácia PTBR$ 34 mil · 860 votosR$ 39,5
- Miqueira PTBR$ 33 mil · 895 votosR$ 36,8
- Breno Cortella PTR$ 107 mil · 2.940 votosR$ 36,5
- Marcelo Fachini MDBR$ 41 mil · 1.665 votosR$ 24,4
- Bonezinho Corrochel PPR$ 70 mil · 4.849 votosR$ 14,4
Votos por real
- 2012, vereador: 40 votos por R$ 1.000, 88% da mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 55 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2008, vereador: 24 votos por R$ 1.000, 54% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 44 votos por R$ 1.000, 40% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.