Vereador Luiz da Parabolica
Luiz Carlos Fonceca · nasceu em 1973
Vereador Luiz da Parabolica se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Sempre pelo DEM.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 39 anos, ensino médio, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Vereador Luiz da Parabolica declarou R$ 439,6 mil em bens, em reais de hoje: 11 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 304,7 mil acima da inflação.
Declarou 11 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2012.
- Vereador Luiz da ParabolicaR$ 439,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 39,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 164,3 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 7 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Salao alvenariaR$ 153,4 milPrédio comercial
- Cara residencial alvenariaR$ 153,4 milCasa
- Estoque de mercadoriasR$ 43,8 milOutros bens móveis
- Contas a receberR$ 43,8 milOutras aplicações
- Veiculo corsa ano 1999R$ 26,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Carro passat ano 1987R$ 13,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Moto cg titan ano 2000R$ 5.697Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Vereador Luiz da Parabolica declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 6,5 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Novo Horizonte do Sul (MS) · DEM · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 5.28589,5%
- Outros candidatosR$ 62010,5%
Para onde foi
- TransporteR$ 5.11286,6%
- Material impressoR$ 79313,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Novo Horizonte do Sul (MS), 2012
Mediana da disputa: R$ 61,7 por voto. Quem venceu, Vereador Joaquim Vieira, gastou R$ 34,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 329; o mais barato, R$ 34,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Luiz Da Saúde PTR$ 75 mil · 228 votosR$ 329
- Magna Do Cristo Rei PTR$ 15 mil · 79 votosR$ 194
- Josy Michels PTR$ 19 mil · 163 votosR$ 118
- Preto PDTR$ 13 mil · 164 votosR$ 82,2
- R Professora Regiane Camargo MDBR$ 7,2 mil · 99 votosR$ 72,6
- Chiquinho Do Pt PTR$ 11 mil · 155 votosR$ 69,4
- Zezinho Verador MDBR$ 13 mil · 214 votosR$ 61,7
- Prof. Lindovan PTR$ 8,5 mil · 153 votosR$ 55,7
- Ademir PLR$ 8,7 mil · 161 votosR$ 54,1
- Isaias PSDBR$ 12 mil · 231 votosR$ 52,5
- Elmar Passos PLR$ 13 mil · 262 votosR$ 49,4
- Vereador Joaquim Vieira PSDBR$ 9,7 mil · 278 votosR$ 34,9
Votos por real
- 2012, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 55 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.