Apuração
Vereador · 2020 · PSB

Luiz da Laranja

Luiz Fernandes Ruiz · nasceu em 1949

Luiz da Laranja se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em todas.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPSB−0,01← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PSC2012PSC2016PSB2020PSB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012, 2016 e 2020.

Passou por 2 partidos: PSC (2008–2012), PSB (2016–2020).

VereadorPartidoPSCPSB2008201020122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 71 anos, até o fundamental, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    PSB 40000· centro-esquerda
    eleito116 votos
  2. 2016
    PSB 40000· centro-esquerda
    eleito255 votos
  3. 2012
    PSC 20000· direita
    eleito369 votos
  4. 2008
    PSC 20120· direita
    eleito150 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Luiz da Laranja declarou R$ 34,5 mil em bens, em reais de hoje: 2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2012 e 2020, o total caiu R$ 7.159, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 2.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 34,5 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 24.000 na declaração)

Declarou 2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.

  • Luiz da LaranjaR$ 34,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 34,5 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Luiz da Laranja declarou ao TSE R$ 2,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 1,3 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 50.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Neves Paulista (SP) · PSB · eleito

De onde veio

R$ 457
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 457.
  1. Outros candidatosTudo de Eleicao 2016 Ilso Parochi PrefeitoR$ 29564,5%
  2. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 16235,5%

Para onde foi

R$ 457
O maior gasto foi com outros: 53% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 457. Toque numa parte para abrir.
  1. OutrosTudo de Eleicao 2016 Ilso Parochi PrefeitoR$ 24353,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Neves Paulista (SP), 2016

Mediana da disputa: R$ 25,8 por voto. Quem venceu, Luis Pelacani, gastou R$ 2,91 por voto. O voto mais caro custou R$ 134; o mais barato, R$ 2,91.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela
  • Neia PTBR$ 803 · 6 votosR$ 134
  • Roseli Bilac PTBR$ 803 · 19 votosR$ 42,3
  • Marcelo PRPR$ 895 · 25 votosR$ 35,8
  • Pedrao PRPR$ 895 · 28 votosR$ 32
  • Lena Romano PTBR$ 803 · 29 votosR$ 27,7
  • Pastor Roque PTBR$ 981 · 38 votosR$ 25,8
  • João Paulo PSCR$ 907 · 66 votosR$ 13,7
  • Tonho Cabeludo PRPR$ 1,2 mil · 141 votosR$ 8,20
  • Toninho Fernandes PRPR$ 962 · 143 votosR$ 6,73
  • Renato Teixeira PTBR$ 1 mil · 271 votosR$ 3,74
  • Luis Pelacani PSDBR$ 1,3 mil · 436 votosR$ 2,91

Votos por real

  • 2016, vereador: 255 votos por R$ 1.000, 4,2 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 280 votos por R$ 1.000, 4,2 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 150 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.