Apuração
Vereador · 2016 · PSB

Luiz da Farmácia

Luiz Carlos Borges Ferreira · nasceu em 1969

Luiz da Farmácia se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em 1.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSB−0,26← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PSB2016PSB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.

Sempre pelo PSB.

VereadorPartidoPSB201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 47 anos, até o fundamental, empresário, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PSB 40040· centro-esquerda
    suplente432 votos
  2. 2012
    PSB 40040· centro-esquerda· na urna, Luiz da Farmacia
    eleito712 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Luiz da Farmácia declarou R$ 72,5 mil em bens, em reais de hoje: 2,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 24,5 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 2.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 72,5 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 44.611 na declaração)

Declarou 2,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.

  • Luiz da FarmáciaR$ 72,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 72,5 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Economias pessoaisR$ 65 mil
    Dinheiro em espécie
  2. Da empresa farmacia noroeste LTDAR$ 4.712
    Quotas ou quinhões de capital
  3. Banco brasilR$ 1.966
    Conta corrente no país
  4. 1% Da empresa drograria cana bravaR$ 812
    Quotas ou quinhões de capital
  5. CEFR$ 2
    Conta corrente no país

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Luiz da Farmácia declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 9,9 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 250.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · João Pinheiro (MG) · PSB · suplente

De onde veio

R$ 3.530
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.530.
  1. Próprio bolsoR$ 2.10559,6%
  2. PessoasR$ 1.42540,4%

Para onde foi

R$ 3.530
O maior gasto foi com material impresso: 60% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.530.
  1. Material impressoR$ 2.10559,6%
  2. ServiçosR$ 1.42540,4%

Quanto custou cada voto: vereador, João Pinheiro (MG), 2016

Mediana da disputa: R$ 24,3 por voto. Quem venceu, Luizinho Da Ambulancia, gastou R$ 13,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 9.391; o mais barato, R$ 13,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Juliele Dutra PPR$ 47 mil · 5 votosR$ 9.391
  • Gabriel Ferrao PATRIOTAR$ 22 mil · 392 votosR$ 55,8
  • Pepa PDTR$ 13 mil · 294 votosR$ 45,2
  • Jó Batista Franco MDBR$ 13 mil · 281 votosR$ 44,9
  • Sargento Jair Cezar PDTR$ 15 mil · 399 votosR$ 38,1
  • Lucio Flavio Trajano PRTBR$ 34 mil · 1.042 votosR$ 32,4
  • Paulinho Trevo 2 PTBR$ 12 mil · 513 votosR$ 24,3
  • Janio Ribeiro MDBR$ 9,2 mil · 379 votosR$ 24,3
  • Zé Vieira PTR$ 10 mil · 510 votosR$ 20,5
  • Netinho Do Pa PODER$ 13 mil · 860 votosR$ 14,6
  • Geraldinho Porto PLR$ 10 mil · 734 votosR$ 13,7
  • Luizinho Da Ambulancia PC do BR$ 8,4 mil · 629 votosR$ 13,4

Votos por real

  • 2016, vereador: 122 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 68 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.