Luis Cordeiro
Luis Gonzaga da Silva · nasceu em 1952
Luis Cordeiro se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: DEM (2004–2008), PSDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 68 anos, até o fundamental, trabalhador rural, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Luis Cordeiro declarou R$ 311,7 mil em bens, em reais de hoje: 14 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 230,8 mil acima da inflação.
Declarou 14 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Luis CordeiroR$ 311,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Luis Cordeiro declarou ao TSE R$ 5,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 3,2 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Coimbra (MG) · PSDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 2.03262,6%
- Outros candidatosR$ 70821,8%
- PessoasR$ 35410,9%
- PartidoR$ 1534,7%
Para onde foi
- Material impressoR$ 33454,1%
- TransporteR$ 28345,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Coimbra (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 10,5 por voto. Quem venceu, Geraldinho Silva, gastou R$ 2,75 por voto. O voto mais caro custou R$ 78,6; o mais barato, R$ 2,75.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Jamil Baltazar PSDBR$ 4,6 mil · 59 votosR$ 78,6
- Claudinho Souza PSDBR$ 8 mil · 171 votosR$ 46,9
- Chico Vieira PSDR$ 6,9 mil · 172 votosR$ 40,2
- Luiz Augusto DEMR$ 2,6 mil · 131 votosR$ 20,1
- João Mafra PSDR$ 1,3 mil · 83 votosR$ 16,1
- Duca Do São Venâncio PSDBR$ 1,4 mil · 116 votosR$ 12,2
- Silvana Campos PSDBR$ 705 · 67 votosR$ 10,5
- Tulio Do Taxi PPR$ 1,6 mil · 157 votosR$ 10,4
- Geraldão Dos Pereira PSDR$ 768 · 100 votosR$ 7,68
- Nelsinho Tristao PPR$ 976 · 170 votosR$ 5,74
- Cezar Do Marengo DEMR$ 1,4 mil · 306 votosR$ 4,70
- Geraldinho Silva PPR$ 954 · 347 votosR$ 2,75
Votos por real
- 2020, vereador: 55 votos por R$ 1.000, 94% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 31 votos por R$ 1.000, 46% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.