Luiz Claudio
Luiz Cláudio Grabowski · nasceu em 1960
Luiz Claudio se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 2 partidos: PV (2008–2012), CIDADANIA (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 56 anos, ensino médio, agente administrativo, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Luiz Claudio declarou R$ 236,3 mil em bens, em reais de hoje: 5,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 163,8 mil acima da inflação.
Declarou 5,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2016.
- Luiz ClaudioR$ 236,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 42,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 170,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 8 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- DisponibilidadeR$ 81,2 milDinheiro em espécie
- Veiculo GM onix ano 2013/2013R$ 48,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Veiculo GM astra ano 2000/2000R$ 42,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Disponibilidade conjugeR$ 24,4 milDinheiro em espécie
- Veiculo VW parati ano 1993R$ 17,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Terreno urbano matricula 2.876R$ 9.550Terreno
- Saldo em poupança itauR$ 8.232Caderneta de poupança
- Capital firma individual ermeia r.m. grabowskiR$ 4.874Quotas ou quinhões de capital
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Luiz Claudio declarou ao TSE R$ 4,4 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 2,4 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Mallet (PR) · CIDADANIA · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 72969,2%
- Próprio bolsoR$ 32430,8%
Para onde foi
- Material impressoR$ 72969,2%
- ServiçosR$ 32430,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Mallet (PR), 2016
Mediana da disputa: R$ 27,9 por voto. Quem venceu, Orlando Schiliga, gastou R$ 8,61 por voto. O voto mais caro custou R$ 152; o mais barato, R$ 8,61.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cleber Da Peixaria PSCR$ 3,8 mil · 25 votosR$ 152
- Joel Quadros PSDR$ 8,1 mil · 87 votosR$ 92,8
- Luiz Garstka PDTR$ 11 mil · 183 votosR$ 60,6
- Mario Maksemovicz PSCR$ 5,3 mil · 95 votosR$ 55,4
- Oscar Andrade PROSR$ 4,3 mil · 141 votosR$ 30,4
- Edson Da Radio PSCR$ 3,8 mil · 135 votosR$ 28
- Marcelo Hluszko DCR$ 8 mil · 288 votosR$ 27,9
- Nivaldo Blocki PSBR$ 6,4 mil · 243 votosR$ 26,2
- Ataide PVR$ 4,4 mil · 212 votosR$ 20,7
- Sergio Bahniuk PSCR$ 4 mil · 206 votosR$ 19,3
- Marisa PSCR$ 4 mil · 277 votosR$ 14,3
- Orlando Schiliga PVR$ 4,2 mil · 493 votosR$ 8,61
Votos por real
- 2016, vereador: 135 votos por R$ 1.000, 4,4 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 140 votos por R$ 1.000, 3,7 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 133 votos por R$ 1.000, 3,8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.