Apuração
Vereador · 2020 · AVANTE

Luiz Chaves

Luiz de Medeiros Chaves · nasceu em 1938

Luiz Chaves se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoAVANTE+0,30← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PHS2006PHS2008DC2016REDE2018PSL2020AVANTE← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 5 partidos: PHS (2004–2006), DC (2008), REDE (2016), PSL (2018), AVANTE (2020).

Dep. federalDep. estadualPrefeitoVereadorPartidoPHSDCREDEPSLAVANTE’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 82 anos, até o fundamental, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2018. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Propriá (SE)
    AVANTE 70789· centro-direita
    não eleito
  2. 2018
    Deputado federal · Sergipe
    PSL 1726· direita· na urna, Luiz Medeiros
    candidatura não chegou à urna
  3. 2016
    Prefeito · Propriá (SE)
    REDE 18· centro
    não eleito429 votos, 2,7%
  4. 2008
    Vereador · Propriá (SE)
    DC 27123· direita· na urna, Luis Chaves
    suplente412 votos
  5. 2006
    Deputado estadual · Sergipe
    PHS 31234· centro-direita
    suplente437 votos; 84º mais votado de 153 no estado
  6. 2004
    Prefeito · Propriá (SE)
    PHS 31· centro-direita
    não eleito167 votos, 1,1%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Luiz Chaves teve 437 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 84º lugar entre 153 candidatos.

Recebeu votos em 14 cidades. Propriá deu 69,8% deles.

437 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 437 votos.
  1. Propriá (SE)305 votos69,8%
  2. Nossa Senhora de Lourdes (SE)57 votos13%
  3. Aracaju (SE)21 votos4,8%
  4. Canhoba (SE)19 votos4,3%
  5. Neópolis (SE)19 votos4,3%
  6. Telha (SE)1 voto0,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Luiz Chaves declarou R$ 1.903 em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 95,2 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1.903
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.325 na declaração)

Mais da metade (52%) dos candidatos a vereador em Sergipe não declarou nenhum bem em 2020.

Cada quadrado é 1% de R$ 1.903. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 6 campanhas com contas prestadas, Luiz Chaves declarou ao TSE R$ 17 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 5,6 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Propriá (SE) · AVANTE · não eleito

De onde veio

R$ 2.477
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.477.
  1. Próprio bolsoR$ 1.62765,7%
  2. PessoasR$ 84934,3%

Para onde foi

R$ 2.477
O maior gasto foi com serviços: 74% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.477.
  1. ServiçosR$ 1.84074,3%
  2. Material impressoR$ 56622,9%
  3. EscritórioR$ 712,9%

Quanto custou cada voto: vereador, Propriá (SE), 2020

Mediana da disputa: R$ 28,7 por voto. Quem venceu, Nêgo De Marli, gastou R$ 12,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 778; o mais barato, R$ 12,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Mestre Mazinho AVANTER$ 7 mil · 9 votosR$ 778
  • Rose Da Saúde PVR$ 8,5 mil · 55 votosR$ 155
  • Maria Jose Irmã De Elisabete PVR$ 6,1 mil · 69 votosR$ 88,2
  • Dr Paulo Cesar AVANTER$ 16 mil · 214 votosR$ 74,7
  • Zé Américo REPUBLICANOSR$ 8,2 mil · 154 votosR$ 53,5
  • Crispim De Pita PLR$ 7,3 mil · 144 votosR$ 50,5
  • Junior De São Miguel PLR$ 7,4 mil · 256 votosR$ 28,7
  • Heldes PSDR$ 6 mil · 282 votosR$ 21,1
  • Mattheus PLR$ 9 mil · 436 votosR$ 20,7
  • Aelson Publicidade PSDR$ 8,7 mil · 426 votosR$ 20,5
  • João Paulo De Renatinho PSDR$ 9,2 mil · 514 votosR$ 17,8
  • Nêgo De Marli MDBR$ 6 mil · 477 votosR$ 12,5

Votos por real

  • 2020, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 50% da mediana da disputa.
  • 2016, prefeito: 77 votos por R$ 1.000, 69% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 260 votos por R$ 1.000, 4,1 vezes a mediana da disputa.
  • 2006, deputado estadual: 437 votos por R$ 1.000, 4,8 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.