Luiz Camprestre
Luiz Carlos de Oliveira · nasceu em 1961
Luiz Camprestre se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PTB (2004), PSDB (2008), PTB (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 50 anos, até o fundamental, administrador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004Vereador · Monte Santo de Minas (MG)PTB 14610· centro-direita· na urna, Luiz Campestresuplente338 votos
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Luiz Camprestre declarou R$ 308,8 mil em bens, em reais de hoje: 9,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 67,5 mil acima da inflação.
Declarou 9,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2012.
- Luiz CamprestreR$ 308,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 4 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Casa moradia rua jose pereira quinette S/NR$ 219,1 milCasa
- Fiat palio fire 2008 placas GTO-7095R$ 45,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Fiat palio ano 2003 mod 2003 placasR$ 28,8 milPrevidência VGBL
- Um carro caminhonete ano 1988 placas GPV-9626R$ 15,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Luiz Camprestre declarou ao TSE R$ 15 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 8,6 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Monte Santo de Minas (MG) · PTB · suplente
De onde veio
- PartidoR$ 1.54952,3%
- Próprio bolsoR$ 1.08336,6%
- Outros candidatosR$ 32911,1%
Para onde foi
- TransporteR$ 1.38846,9%
- PessoalR$ 91430,9%
- Material impressoR$ 50917,2%
- EventosR$ 973,3%
- ServiçosR$ 371,2%
- EscritórioR$ 150,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Monte Santo de Minas (MG), 2012
Mediana da disputa: R$ 31,7 por voto. Quem venceu, Renatinho Marçal, gastou R$ 8,41 por voto. O voto mais caro custou R$ 175; o mais barato, R$ 8,41.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Claudio Rigobelo PSDBR$ 8,9 mil · 51 votosR$ 175
- Juliana Garcia PSDBR$ 8,1 mil · 186 votosR$ 43,5
- Neuzinha PSDBR$ 15 mil · 350 votosR$ 42,5
- Isabel Da Retífica PSCR$ 8 mil · 190 votosR$ 41,9
- Thiesquinho PSDBR$ 12 mil · 326 votosR$ 37,7
- Berto Pedreiro PSCR$ 7,6 mil · 207 votosR$ 36,8
- Paulo Marcio PSDBR$ 13 mil · 403 votosR$ 31,7
- Piti PSCR$ 14 mil · 448 votosR$ 31,4
- Cabo Juvenil PSCR$ 8 mil · 348 votosR$ 22,9
- Sandra Soares PSDBR$ 9,5 mil · 469 votosR$ 20,2
- José Paulino (Noroeste) PSCR$ 8,3 mil · 418 votosR$ 20
- Renatinho Marçal PSDBR$ 7,9 mil · 939 votosR$ 8,41
Votos por real
- 2012, vereador: 56 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 69 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 39 votos por R$ 1.000, 80% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.