Apuração
Vereador · 2016 · PTB

Luiz Antonio Cabral

Luiz Antonio Cabral da Costa · nasceu em 1967

Luiz Antonio Cabral se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,22← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004DEM2008PDT2012PSDB2016PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 4 partidos: DEM (2004), PDT (2008), PSDB (2012), PTB (2016).

VereadorPartidoDEMPDTPSDBPTB2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 49 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Itiquira (MT)
    PTB 14000· centro-direita
    suplente
  2. 2012
    Vereador · Itiquira (MT)
    PSDB 45000· centro-direita· na urna, Luiz Antonio
    suplente
  3. 2008
    Vereador · Itiquira (MT)
    PDT 12456· centro-esquerda· na urna, Luiz Antonio
    suplente
  4. 2004
    Vereador · Itiquira (MT)
    DEM 25456· direita· na urna, Luiz Antonio
    suplente140 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Luiz Antonio Cabral declarou R$ 406,2 mil em bens, em reais de hoje: 5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 392,7 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 406,2 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 250.000 na declaração)

Declarou 5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2016.

  • Luiz Antonio CabralR$ 406,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 81,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 214,1 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 406,2 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Luiz Antonio Cabral declarou ao TSE R$ 69 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 26 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Itiquira (MT) · PTB · suplente

De onde veio

R$ 10,7 mil
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 10,7 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 6.51460,7%
  2. PessoasR$ 3.88636,2%
  3. Outros candidatosR$ 3243%

Para onde foi

R$ 10,7 mil
O maior gasto foi com transporte: 60% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 10,7 mil.
  1. TransporteR$ 6.47760,4%
  2. PessoalR$ 2.85026,6%
  3. Material impressoR$ 1.07410%
  4. ServiçosR$ 3243%

Quanto custou cada voto: vereador, Itiquira (MT), 2016

Mediana da disputa: R$ 59,7 por voto. Quem venceu, Silvano Tunes, gastou R$ 37,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 3.265; o mais barato, R$ 37,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Nair De Cinque PSDR$ 13 mil · 4 votosR$ 3.265
  • Natal Reis PSDBR$ 13 mil · 61 votosR$ 215
  • Salatiel - Tiel PTBR$ 14 mil · 78 votosR$ 173
  • Dr. Josmar PVR$ 15 mil · 125 votosR$ 119
  • Jose Alves Da Radio PTBR$ 13 mil · 155 votosR$ 84,6
  • Ze Gordo PSDBR$ 14 mil · 204 votosR$ 66,3
  • Ceara PSBR$ 13 mil · 225 votosR$ 59,7
  • Roni Da Van PSDR$ 14 mil · 264 votosR$ 51,2
  • Alvaro Monteiro PTBR$ 13 mil · 264 votosR$ 49,4
  • Licurguio Lins PSDBR$ 15 mil · 357 votosR$ 41,7
  • Marcinho DCR$ 14 mil · 353 votosR$ 38,7
  • Silvano Tunes PSDR$ 16 mil · 426 votosR$ 37,9

Votos por real

  • 2016, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 9,6 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 5,6 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 46 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.