Apuração
Vice-prefeito · 2008 · PP

Luiz Alberto Rosinski

nasceu em 1962

Luiz Alberto Rosinski se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,67← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PP2008PP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Sempre pelo PP.

Vice-prefeitoVereadorPartidoPP200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2008, chapa eleita.

Declarou ao TSE em 2008: 46 anos, superior completo, odontólogo. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vice-prefeito · Pato Bragado (PR)
    PP 15· direita
    chapa eleita2.022 votos da chapa, 56,8%
  2. 2004
    Vereador · Pato Bragado (PR)
    PP 11911· direita· na urna, Luiz Rosinski
    eleito241 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Luiz Alberto Rosinski declarou R$ 882,6 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 882,6 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 327.340 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 882,6 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 7 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. Lote urbano n. 3R$ 268,3 mil
    Imóveis
  2. Veiculo GM vecta ano 2007R$ 186,1 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  3. Lote urbano n. 7R$ 136,2 mil
    Imóveis
  4. Aolicações financeirasR$ 136,2 mil
    Outros
  5. Apartamento N.21R$ 118,6 mil
    Imóveis
  6. Lote urbano n. 09R$ 19,8 mil
    Imóveis
  7. Saldo em moeda correnteR$ 17,5 mil
    Dinheiro e aplicações

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2004, Luiz Alberto Rosinski declarou ao TSE R$ 3,6 mil em receitas, em reais de hoje.

2004 · Vereador · Pato Bragado (PR) · PP · eleito

De onde veio

R$ 3.600
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 3.597
O maior gasto foi com transporte: 54% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.597.
  1. TransporteTudo de Auto Posto Pactual LtdaR$ 1.95554,3%
  2. Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 1.62945,3%
  3. EscritórioR$ 130,4%

Quanto custou cada voto: vereador, Pato Bragado (PR), 2004

Luiz Rosinski: R$ 14,9 por voto (mediana da disputa, R$ 13,3). Quem venceu, Jaime Schneider, gastou R$ 6,64 por voto. O voto mais caro custou R$ 54,5; o mais barato, R$ 6,64.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Luiz Rosinski. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, vereador: 67 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.