Luisinho Corredor
Luis do Nascimento · nasceu em 1959
Luisinho Corredor se candidatou em 12 eleições, de 2002 a 2026, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PTB (2002), CIDADANIA (2004), PTB (2006), PT (2008–2026).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2026, suplente.
Declarou ao TSE em 2026: 66 anos, até o fundamental, cor preta. A cor declarada mudou: parda em 2016, preta em 2018. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2026Deputado federal · Minas GeraisPT 1325· esquerdasuplente1.450 votos; 279º mais votado de 710 no estado
- 2024
- 2022Deputado federal · Minas GeraisPT 1325· esquerdasuplente1.763 votos; 376º mais votado de 1.035 no estado
- 2020
- 2018Deputado federal · Minas GeraisPT 1325· esquerdasuplente1.609 votos; 378º mais votado de 825 no estado
- 2016
- 2016
- 2012
- 2010Deputado federal · Minas GeraisPT 1341· centro-esquerdasuplente1.050 votos; 311º mais votado de 524 no estado
- 2008
- 2006Deputado federal · Minas GeraisPTB 1425· centro-direitasuplente1.525 votos; 286º mais votado de 528 no estado
- 2004
- 2002Deputado federal · Minas GeraisPTB 1425· centro-direita· na urna, Luis Nascimentosuplente4.752 votos; 172º mais votado de 415 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2026, Luisinho Corredor teve 1.450 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 279º lugar entre 710 candidatos.
Recebeu votos em 386 cidades. Ibirité deu 11,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 41,4%.
As outras 5 eleições para deputado
- Ibirité (MG)582 votos33%
- Belo Horizonte (MG)262 votos14,9%
- Contagem (MG)47 votos2,7%
- Alfenas (MG)46 votos2,6%
- Betim (MG)45 votos2,6%
- Outras 294 cidades638 votos36,2%
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2026, Luisinho Corredor declarou R$ 453,7 mil em bens, em reais de hoje: 2,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2006 e 2026, o total subiu R$ 379,1 mil acima da inflação.
Declarou 2,6 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal em Minas Gerais em 2026.
- Luisinho CorredorR$ 453,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 173,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 1,1 mi
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 10 campanhas com contas prestadas, Luisinho Corredor declarou ao TSE R$ 262 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2022, para deputado federal: R$ 127 mil, 93% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2026 · Deputado federal · Minas Gerais · PT · suplente
De onde veio
Para onde foi
As contas de 2026 ainda não são finais: o TSE segue recebendo as prestações de contas.
Quanto custou cada voto: deputado federal, Minas Gerais, 2026
Mediana da disputa: R$ 37,1 por voto. Quem venceu, Rogério Correia, gastou R$ 11,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 121; o mais barato, R$ 11,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Maurício Do Vôlei PLR$ 2 milhão · 16.122 votosR$ 121
- Wadson Ribeiro PC do BR$ 2,1 milhões · 22.223 votosR$ 96,1
- Renato Andrade PSBR$ 2,1 milhões · 22.832 votosR$ 94,1
- Igor Eto AVANTER$ 2,2 milhões · 24.896 votosR$ 87
- Delegada Ione PLR$ 3,1 milhões · 39.275 votosR$ 79
- Gilmar Machado PTR$ 1,9 milhão · 32.357 votosR$ 58,2
- Rodrigo Tavares PLR$ 2,1 milhões · 37.534 votosR$ 55,7
- Thiago Ganem PLR$ 2,3 milhões · 42.718 votosR$ 52,9
- Fabinho Ramalho PLR$ 2,3 milhões · 43.908 votosR$ 52,2
- Rosangela Reis PLR$ 2,9 milhões · 57.063 votosR$ 51,3
- Lafayette Andrada PLR$ 3,2 milhões · 61.773 votosR$ 51,2
- Greyce Elias PLR$ 3 milhões · 66.395 votosR$ 45,6
- Caporezzo PLR$ 2,6 milhões · 57.878 votosR$ 44,8
- Pedro Braga SOLIDARIEDADER$ 1,8 milhão · 41.970 votosR$ 43,2
- Eros Biondini PLR$ 3,1 milhões · 81.650 votosR$ 37,8
- Paulo Abi-Ackel PSDBR$ 2,6 milhões · 68.795 votosR$ 37,1
- Rafael Simões UNIÃOR$ 3,1 milhões · 86.131 votosR$ 35,6
- Samuel Viana UNIÃOR$ 2,8 milhões · 84.879 votosR$ 32,5
- Paulo Filho Da Fundação PSDR$ 2,8 milhões · 87.645 votosR$ 32,4
- Vinicius Diniz PLR$ 2,5 milhões · 80.567 votosR$ 31,2
- Cassio Soares PSDR$ 2,5 milhões · 100.410 votosR$ 25,3
- Padre João PTR$ 2,1 milhões · 86.923 votosR$ 24,6
- Fred Costa PRDR$ 2,4 milhões · 100.082 votosR$ 23,5
- Diego Andrade PSDR$ 2,3 milhões · 109.445 votosR$ 21,5
- Ana Pimentel PTR$ 3 milhões · 144.496 votosR$ 21
- Pinheirinho PPR$ 3,1 milhões · 151.981 votosR$ 20,7
- Lohanna PVR$ 2,1 milhões · 108.182 votosR$ 19,7
- Dandara PTR$ 2,1 milhões · 108.193 votosR$ 19,1
- Gleide Andrade PTR$ 1,8 milhão · 130.253 votosR$ 14
- Rogério Correia PTR$ 2,2 milhões · 185.912 votosR$ 11,7
Votos por real
- 2026, deputado federal: 725 votos por R$ 1.000, 34 vezes a mediana da disputa (contas parciais).
- 2022, deputado federal: 15 votos por R$ 1.000, 83% da mediana da disputa.
- 2020, vereador: 93 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
- 2018, deputado federal: 71 votos por R$ 1.000, 81% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.